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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

JOAQUIMTUR DIZ: Vem aí... IV Encontro Potiguar de Escritores.

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De 24 a 26 de outubro de 2011 no auditório da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras acontecerá o IV Encontro Potiguar de Escritores, promovido pela União Brasileira de Escritores UBE/RN com o apoio da Academia (Programação), oportunidade que a sociedade potiguar terá para conhecer a nossa Literatura e seus autores.

Às 19h do dia 24 de outubro haverá Abertura Solene, em que será prestada uma homenagem a cinco escritores vivos (Afonso Laurentino, Sanderson Negreiros, Enélio Petrovich , Eider Furtado e Dorian Gray) e mais outros 20 (in memoriam) fundadores da UBE em 14.08.1959, portanto há 52 anos atrás. Durante os três dias do IV EPE, sempre às 18h, haverá lançamentos de livros, saraus, organizados pela Academia de Trovas do RN-ATRN e a Sociedade dos Poetas Vivos e Afins- SPVA e com o apoio do Instituto de Desenvolvimento da Educação - IDE, através do projeto de formação de leitores (crianças de algumas escolas públicas recitarão seus trabalhos/poemas.) Serão ofertadas 100 vagas para a rede pública gratuitamente.

Com temas bem diversificados, que vão de Poetas e Poesia, Bellé Epoque Potiguar, Direito e Literatura, Contribuição de Cascudo aos Saberes, Vozes Femininas na Literatura Potiguar, o livro como objeto de desejo, às propostas dos órgãos culturais (FJA, FUNCARTE e Instituto Cultural do Oeste Potiguar), entre outros.

As inscrições estarão abertas via site da UBE (www.ubern.org.br) no período de 10 a 14 de outubro;os educadores da rede pública devem procurar o Instituto de Desenvolvimento da Educação IDE, pelo telefone 3611-0968, sítio virtual (www.ideducaçao.org.br) -ou e-mail ide.leitura@hotmail.com Outras informações pelo fone 9983-6081.

IV ENCONTRO POTIGUAR DE ESCRITORES
ONDE: Academia Norte-Rio-Grandense Letras
DATA: 24 a 26 de outubro de 2011
Abertura: 24 de outubro de 2011 às 19h
25 e 26 de outubro de 2011 (das 9h às 18h)
Acesso: mediante inscrição prévia e gratuita
Será emitido Certificado aos que tiverem 100% de participação

sábado, 13 de agosto de 2011

LIMITES - Interpretar a atitude da criança é chave para impor limites!!!

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Na incansável luta para impor limites, muitas vezes os pais desperdiçam mais energia do que deviam. Para evitar isso, a psicóloga neozelandesa Diane Levy, autora do livro “É Claro que Eu Amo Você... Agora Vá para o Seu Quarto!” (Editora Fundamento) e especializada no aconselhamento de pais, separa aquilo que apenas cansa daquilo que dá certo na hora de educar os filhos.

“Há um bom punhado de coisas que fazemos ao tentar educar as crianças e que simplesmente não ajudam”, ela comenta. “Quando você evita explicar muito, avisar muito, adular, subornar, ameaçar e punir, você poupa tempo e energia e mantém a sua dignidade como pai ou mãe. Quando você pede, diz e deixa a distância emocional fazer o trabalho, suas crianças rapidamente aprenderão que quando você pede que eles façam algo – ou que parem de fazer algo – eles não tem alternativa a não ser fazê-lo”.

Segundo Diane, reconhecer e evitar estratégias exaustivas e inúteis torna os pais mais convincentes em suas ordens ou instruções. Ela explicou, as atitudes menos efetivas na hora de impor limites – e, do outro lado, as que mais garantem êxito. Leia abaixo os conselhos.

Diane Levy: "Quando você evita explicar muito, avisar muito, adular, subornar, ameaçar e punir, você poupa tempo e energia e mantém a sua dignidade como pai ou mãe"

Não dê mais de um aviso“Ao dar várias chances e avisos, nós mostramos às crianças que não acreditamos naquilo que dizemos e que não esperamos uma ação efetiva até darmos muitos e muitos avisos”, diz Diane. “A maioria das crianças entende que enquanto os pais estão nesse ‘modo de aviso’, nada irá acontecer com elas”. Portanto, seja firme.

Não aduleVocê se pega usando frases como “se você arrumar seu quarto, ganha um chocolate” ou “faça toda a lição e te dou um brinquedo” com frequência? Pense melhor. “Quando os adultos se esforçam adulando e coagindo as crianças para que elas façam o que devem, isso significa que só os pais estão fazendo o trabalho duro, enquanto os filhos esperam uma recompensa convincente o bastante para encorajá-los a começar uma tarefa que não é mais que obrigação deles”.

Não suborneAs crianças devem ser acostumada a agir dentro de um senso de obrigação. “Se o único jeito de conseguirmos fazer com que as crianças façam o que mandamos é oferecendo algo, nos deixamos vulneráveis a ter que pensar em maiores e melhores ‘mimos’ com o tempo. Além disso, essa ação dá às nossas crianças a permissão de perguntar ‘o que você me dará se eu fizer isso?’ – e esse não é um bom hábito para se encorajar”, resume Diane.

Não ameaceAmeaças funcionam com "se você não fizer isso.. então eu irei…”. Diane explica que, assim, você abre um contrato e isso dá margem para a criança negar a oferta. "Aprendi essa lição muito cedo com o meu primeiro filho. Quando dizia 'Robert, se você não guardar seus brinquedos agora, não iremos ao parque essa tarde', ele apenas respondia 'tudo bem'. E eu ficava sem saber para onde ir", relembra."Outro problema em ameaçar é que, se você fala que irá fazer algo, é obrigado a cumprir isso. A maioria das ameaças que tem como objetivo persuadir a criança a fazer o que foi pedido nos pune mais do que a elas", explica Diane. E exemplifica: “Os pais ameaçam: 'Se você não fizer isso imediatamente, não verá mais TV pelos próximos três dias'. É mais provável que a vida de quem fique mais difícil com essa ameaça?".

Peça uma vez sóDiane recomenda que os pais simplesmente peçam o que deve ser feito e observem a resposta do filho. Isso dará a eles uma informação importante. “Quando as crianças se negam a fazer o que foi pedido, eles usualmente expressam uma das três formas a seguir: tristeza, irritação ou distanciamento”, ensina ela.A tristeza é simbolizada por chateação. “Eles parecem ofendidos e dizem ‘por que eu?’”, descreve. A irritação se manifesta em confronto: “eles discutem e acusam você de ser injusto com eles”. O distanciamento é caracterizado por indiferença. “Eles ignoravam você, olham para outro lado e continuam o que estão fazendo”, completa Diane. “Tudo isso significa que a criança não fará aquilo que pediu”. Mas como reagir?

Diga de maneira enérgica “Vá até o seu filho – isso pode ser um pouco difícil para os pais, pois significa que eles terão que parar aquilo que estavam fazendo, levantar e ficar do lado da criança”, orienta Diane. Segundo ela, a presença próxima vale a pena. “Uma vez que aparecemos perto da criança, ela sabe que isso significa que ela terá que fazer o que foi pedido”.A autora recomenda que os pais falem baixo – isso mostra que eles estão no controle tanto da própria voz quanto da criança – e que olhem seu filho nos olhos.

Fonte: http://delas.ig.com.br/filhos/educacao/9+passos+para+impor+limites/n1237982354564.html