terça-feira, 31 de maio de 2011
Ave Maria Natureza - Paula Fernandes
0 comentários"NESSE DIA 31, ÚLTIMO DIA DO MÊS DEDICADO AS MÃES, NOIVAS, MINHA HOMENAGEM A TODAS AS MULHERES DO RN E DO BRASIL E A MINHA A NOSSA MÃE DO CÉU COM O CLIP LINDÍSSIMO NA VOZ DE PAULA FERNANDES!!!" JOAQUIM JR.
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Joaquim Tur
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
OBALUAÊ - O ORIXÁ DE AGOSTO - RELIGIOSIDADE JOAQUIMTUR
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OBALUAÊ / OMULU
Obaluaê é uma flexão dos termos: Oba (rei) – Oluwô (senhor) – Ayiê (terra), ou seja, “Rei, senhor da Terra”. Omulu também é uma flexão dos termos: Omo (filho) – Oluwô (senhor), que quer dizer “ Filho e Senhor”. Obaluaê, o mais moço, é o guerreiro, caçador, lutador. Omulu o mais velho, é o sábio, o feiticeiro, guardião. Porém, ambos têm a mesma regência e influência. No cotidiano significam a mesma coisa, têm a mesma ligação e são considerados a mesa força da natureza.
Obaluaê (ou Omulu) é o Sol, a quentura e o calor do astro rei. É o Senhor das pestes, das moléstias contagiosas, ou não. É o rei da Terra, do interior da Terra, e é o Orixá que cobre o rosto com o Filá (de palha – da - Costa), porque para os humanos é proibido ver seu rosto, pela deformação feita pela doença, e pelo respeito que devemos a este poderosíssimo Orixá.
Obaluaê está no organismo, no funcionamento do organismo. Na dor que sentimos pelo mal funcionamento dos órgãos, ou por uma queda, corte ou queimadura.
Obaluaê rege a SAÚDE, os órgãos e o funcionamento destes. A ele devemos nossa saúde e é comum, nas Casas de Santos, se realizar os Eboris de Saúde, que fazem pra trazer saúde para o corpo doente.
O órgão central da regência de Obaluaê é a bexiga, mas está ligado a todos os outros. Ele trata do interior, fundamentalmente, mas cuida também da pele e de suas moléstias.
Divide com Iansã a regência dos cemitérios, pois ele é o Orixá que vem como emissário de Oxalá (princípio ativo da morte), para buscar o espírito desencarnado. É Obaluaê (ou Omulu) que vai mostrar o caminho, servir de guia para aquela alma.
Obaluaê também é o Senhor da Terra e das camadas de seu interior, para onde vamos todos nós. Daí a ligação que tem com os mortos, pois ele é quem vai cuidar do corpo sem vida, e guiar o espírito que deixou aquele corpo. É por isso que Obaluaê e Omulu gostam de coisas passadas, apodrecidas.
O sol também tem a sua regência. Ele também é o Calor provocado pelo sol quente. Há quem diga que não se deve sair à rua quando o Sol está quente sem a proteção de um patuá, a fim de não correr o riscos e não sofrer a ira de Obaluaê, geralmente fatal.
Obaluaê está presente em nosso dia-a-dia, quando sentimos dores, agonia, aflição, ansiedade. Está presente quando sentimos coceira e comichões na pele.Rege também o suor, a transpiração e seus efeitos. Rege aqueles que tem problemas mentais, perturbações nervosas e todos os doentes.
Está presente nos hospitais, casa de saúde, ambulatórios, postos de saúde, clínicas, sempre próximo aos leitos. Rege os mutilados, aleijados, enfermos. Ele proporciona a doença mas, principalmente, a cura, a saúde. É o Orixá da misericórdia.
Obaluaê é à força da Natureza que rege o incômodo de um modo geral. Rege o mal estar, o enjôo, o mal humor, a intranqüilidade. É o Orixá do abafamento e está presente nele, bem como na má digestão e na congestão estomacal. Gera o ácido úrico e seus efeitos.
Obaluaê está presente em todas as enfermidades e sua invocação, nessas horas, pode significar a cura, a recuperação da saúde.
Mitologia
Filho de Nanã – que abandou por ser doente – foi criado por Iemanjá. É o irmão mais velho de Ossãe, Oxumarê e Ewá; Orixá fundamentalmente Jeje, mas louvado em todas as nações, por sua importância.
Conta-se que, uma vez esquecido por Nanã, fora criado por Iemanjá, que curou das moléstias. Cresceu forte, desenvolveu a arte da caça, tornando-se guerreiro e viajante.
Certo dia, numa de suas jornadas, chegou até uma aldeia, coberto de palha, como sempre viveu. Como todos conheciam sua fama, suas ligações com as moléstias contagiosas, foram barradas antes mesmo de penetrar na aldeia.
-Não o queremos aqui! - disse o dirigente da tribo.
- Mas quero apenas água e um pouco de comida, para prosseguir minha viagem. Apenas isso! – respondeu Obaluaê, ou melhor, dizendo Xapanã, nome pelo qual era chamado.
- Vá-se embora, Xapanã! Não precisamos de doença, nem de mazelas em nossa aldeia. Vá procurar água e comida em outro lugar!
E Xapanã, então foi sentar-se no alto do morro próximo. A manhã mal começara e ele ficou, sentado, envolto em palha da costa, observando a subida do sol.
O tempo foi passando, as horas foram-se passando e, ao meio-dia, exatamente, o Sol já escaldante, tornou-se insuportável. A água ficara quente, o alimento se estragava e toda a tribo se contorcia de dor, aflição e agonia. Xapanã a tudo observava, imóvel, como um totem, como um símbolo de palha.
Na aldeia um alvoroço se fez. Uns tinham dores na barriga, outros tinham forte dores de cabeça. Outros, ainda, arrancavam sangue da própria pele, numa coceira incontrolável. Outros agiam como loucos incontrolados. Aos poucos, a morte foi chegando para alguns.
Xapanã apenas assistia...
Parecia que o tempo havia parado ao meio-dia, mas, na verdade, foram três dias de sol quente, pois a noite não chegava. Era apenas sol durante todo o tempo. E durante todo o tempo a aldeia viu-se às voltas com doenças, loucura, sede, fome, morte!
Xapanã, inerte, via tudo, imóvel...
Não agüentando mais, e vendo que Xapanã continuava do alto do pequeno morro observando, o dirigente de aldeia foi até ele suplicar perdão, atirando-se aos seus pés.
- Em nome de Olorun, perdoe-nos! Já não suportamos tanto sofrimento! Tente perdoar, por favor, Senhor Xapanã! Tente perdoar!
De súbito, Xapanã levantou-se, desceu até a aldeia e pisou na terra. Tornou-a fria. Tocou na água, tornou-a também fria; tocou os alimentos e tornou-os novamente comestível; tocou a cabeça de cada um dos aldeões e curou-lhes a doença; tocou os mortos e fez voltar a vida em seus corpos.
Restaurada a normalidade, Xapanã pediu mais uma vez:
-Quero um pouco de água e alguma comida para prosseguir viagem.
Num instante foi-lhe servido o que de melhor havia em toda a aldeia. Deram-lhe, vinhos de palmeira, frutas, carne, legumes, cereais, enfim, o que tinham de melhor.
Voltando-se para os aldeãos, Xapanã deu-lhes uma lição de vida.
-Vivemos num só mundo. Sobre a mesma terra, debaixo do mesmo sol. Somos todos irmãos e devemos ajudar uns aos outros, para que a vida seja mantida. Dar água a quem tem sede, comida a quem tem fome é ajudar a manter a vida.
Voltou-se e partiu. Atrás dele o povo da aldeia gritava:
-Xapanã, Rei e Senhor da Terra! Xapanã, Obaluaê! Xapanã, Obaluaê! Xapanã, Obaluaê!
Obaluaê que sua benção e proteção nos seja dada sempre!.
Dados
Dia: segunda feira
Data: 13 ou 16 de agosto;
Metal: chumbo;
Cor: preto e branco e ou preto, branco e vermelho;
Partes do corpo: a pele e os pulmões;
Comida: deburú (pipoca), abadô (amendoim pilado e torrado), Iatipá (folha de mostarda) e ibêrem (bolo de milho envolvido na folha de bananeira);
Arquétipo: sóbrios, reservados, generosidade destacada, geniosos, independentes, teimosos, tendência ao masoquismo.
Símbolos: xaxará ou íleo (com que limpa as doenças e os males espirituais)
* Fonte:http://dofonodelogum.sites.uol.com.br/obaluae.html
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Joaquim Tur
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segunda-feira, 26 de julho de 2010
Salve SÃO JOAQUIM E SANTANA(DIA DOS AVOS)
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Eu que não os tenho mais neste plano, mas sei que de onde eles estão, estarão protegendo e guiando me sempre à fazer o BEM, minha homenagen a todos os Vovôs e Vovós do RN do Brasil e do Mundo!!!
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Joaquim Tur
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sábado, 17 de julho de 2010
IMAGEM DE N.S FÁTIMA CHEGA A NATAL
0 comentáriosA passagem da imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima por Natal foi marcada por emoção. Fiéis católicos de toda a cidade se emocionaram ao ver a santa de perto. A imagem chegou a Natal, por volta das 10h de ontem (16) e fica até hoje a noite quando partirá para os estados de Alagoas e Pernambuco.Fiéis lotaram a Igreja de Nossa Senhora da Aparecida, em Neópolis
Na igreja, dezenas de fiéis esperavam ansiosos pela imagem de Nossa Senhora de Fátima, que está em peregrinação pelo Brasil desde o início do mês de maio.
“Recentemente a imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima está em peregrinação por todos os Estados recentemente atingidos pelas enchentes, com a intenção de trazer uma mensagem de conforto ao povo sofrido da região”, explicou o Padre Antônio Nunes.
Ainda segundo o padre, a visita ao Quartel da PM foi um sinal de reconhecimento por todos os trabalhos prestados às pessoas assoladas pelas enchentes, com a arrecadação de roupas e alimentos para os desabrigados, como também por todos os serviços que prestam continuamente para garantir o bem-estar da comunidade.
As imagens peregrinas são quatro, confeccionadas sob a supervisão da Irmã Lúcia, feitas em cedro brasileiro, e percorrem o mundo inteiro espalhando a Mensagem de Fátima pelo mundo inteiro.
Acompanhando a santa nessa peregrinação estão o coordenador do Grupo Arautos do Evangelho, Padre Lourenço Ferronatto, um grupo de 40 seminaristas e também a banda Arautos do Evangelho, de São Paulo.
Um dos momentos de maio emoção foi a coroação da imagem de Nossa Senhora de Fátima durante a missa realizada em Neópolis. A dona de casa Sílvia Medeiros chorou ao assistir á coroação. “Vim aqui só para agradecer, agradecer muito pela vida da minha família. Tenho muita fé em Nossa Senhora”, disse Sílvia.
Durante o sermão o Padre Lourenço disse que “esse gesto, de coroar Nossa Senhora, simboliza que Maria, mãe de Jesus, é a rainha das nossas vidas e famílias”.
A imagem de NS de Fátima fica em Natal até a noite de hoje. Após a missa solene, que será realizada às 19h30 em Neópolis, a santa segue para os estados de Alagoas e Pernambuco.
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03:54
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
HISTÓRIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA - RELIGIOSIDADE
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Santa Rita nasceu em Rocca Porena, território de Cássia, no ano de 1381, sendo seus pais Antônio Mancini e Amata Ferri. Ambos já eram bastante idosos, quando a Santa veio ao mundo, atribuindo-se, por isso, caráter prodigioso e esse fato queencheu de alegria e felicidade o lar dos velhos Mancini. E, como Cássia fica encravada na Umbria, Santa Rita é conterrânea de São Bento, de São Francisco de Assis, de Santa Clara e de inúmeros outros Santos, pois só no dia 9 de maio, o Martirológio Romano menciona a paixão de 1525 Mártires! Foi batizada na pia da Igreja de Santa Maria de Cássia no nome de Margarida (Margherita, em italiano) sendo toda a vida chamada com o diminutivo de Rita, com o qual se tornou conhecida para sempre. Cinco dias contava de nascida, quando lhe pousaram nos lábios, como se fosse uma colmeia, abelhas alvíssimas sem ferrão, Como a preludiarem a grande virtude da doçura que seria modelo insigne.
Em 1396, já era mocinha de dezesseis anos, quando seu amor pelo recolhimento e pela prece a levaram a formar uma espécie de sela na casa paterna, onde, após a labuta domestica, ficava sozinha diante de Deus.
Tinha apenas dezoito anos, quando seus velhos pais, orientados pelo seu confessor, lhe propuseram para marido o jovem Paulo Fernando, natural também de Rocca Porena. Rita, apesar de sentir-se chamada para a vida religiosa, viu na vontade paterna um reflexo dos desígnios de Deus, e assim contraiu o matrimonio, na constância do qual deu a luz a dois filhos: João Tiago e Paulo Maria. A vida conjugal lhe transcorreu cheia de tormentos, devido ao temperamento impulsivo do marido. E, quando os seus sofrimentos de esposa terminaram pela morte trágica e inesperada de Fernando, ela o chorou com saudade tão crista, como crista tinha sido a paciência com que lhe suportava os arrebatamentos do gênio.
O ano de 1415, assinala a morte de seus dois filhos, cuja circunstancia especial já demonstrou bastante o extraordinário valimento de Rita junto ao trono do Altíssimo. Esses rapazes, verificando o assassínio do pai, formularam logo o propósito de o vingarem, consoante os costumes rudes da época. Mas Santa Rita preferiu velos mortos a velos de mãos manchadas de sangue humano; e tanto rezou nesta intenção, que, em menos de um ano da morte do pai, eles espiravam santamente, arrependidos de seus intentos nefastos. Vendo-se viuva e sem filhos, Rita achou chegada a ocasião de acudir ao primeiro chamado, ouvido na infância. Quis fazer-se religiosa, mais a superiora do mosteiro agostiniano de Santa Maria Madalena, de Cássia, não a quis aceitar. "Já dera tudo ao Mundo, e só agora resolvera dar os restos a Deus!"... Já tinha sido repelida três vezes, quando João Batista, Santo Agostinho, e São Nicolau Tolentino, seus protetores a introduziram milagrosamente no clausto. Em 1417, na vigília de sua profissão religiosa teve uma visão semelhante a da escada de Jacob.
No ano seguinte, ocorreu-lhe outro milagre estupendo. Ordenando-lhe a superiora, em nome da obediência que rega-se todos os dias um sarmento seco de vinha, mal transcorreu um ano, já daquele ramo morto brotavam cachos de uvas abundantes e saborosas. E a videira, apesar de velha de cinco séculos, ainda hoje esta viçosa. Rita foi sempre devota da sagrada paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, e, por isso, sonhava por ter um sinal sensível dos sofrimento do Senhor. Um dia, tendo ela já 24 anos de vida religiosa, depois de ouvir um sermão, estava a meditar diante de uma imagem do crucificado, venerada num pequeno oratório do mosteiro, quando da coroa do Crucificado se desprendeu um espinho, o qual, rápido como uma fecha, foi cravar-se na testa de Rita. Esta ferida do espinho acompanhou-a até a morte, e fê-la sofrer horrivelmente.
Ocorrendo em 1450, um ano jubilar, Rita, a semelhança de outras religiosas, desejou lucrar a grande graça da indulgencia plenária. Mas, como ao dirigir-se a Roma, se ninguém podia suportar o mau cheiro da chaga do espinho?... Novo e extraordinário milagre! A ferida que nunca cedera a remédios, sarou de repente de modo a lhe permitir a peregrinação, abrindo outra vez, após a sua volta da cidade eterna. Em 1456, estava enferma, quando, visitada por uma parente, lhe pediu uma rosa e alguns figos. Aparentemente o pedido era um absurdo, porque estavam em pleno inverno. Replicando Rita a objeção da parente mandou que fosse ao seu jardinzinho de Rocca Porena, onde, apesar do gelo e da neve, tudo havia de encontrar. E assim aconteceu. Aos 22 de maio de 1456, Rita exalou a sua bela alma, na idade de 76 anos. O seu transito ditoso foi anunciado milagrosamente, pelo sino do mosteiro, cujos toques e repiques eram tirados por mãos invisíveis e angélicas. Santa Rita foi canonizada pelo afeto e devoção dos fieis, muito antes que a igreja lhe concede-se a honra dos altares. Urbano VIII a beatificou em 1627, e em 1900 Leão XIII fez sua solene canonização. Mas já em 1577 se erguia em Cássia uma igreja a Santa das causa desesperadas e impossíveis. E o Brasil não foi das últimas nações em cultua-la, porque a atual matriz de Santa Rita da arquidiocese do Rio de Janeiro, data da era remota de 1724.
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Joaquim Tur
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09:54
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