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sábado, 12 de novembro de 2011

JOAQUIMTUR DIZ: Parabéns Martins!!! pelos 170 Anos!!! e o Colégio RENASCER presente nessa comemoração!!!

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VISITE MARTINS/RN E CONHEÇA SEUS ENCANTOS!!!

Uma das opções de hospedagem é o Hotel Chalé dos Ingás (foto ao lado)
Martins é um município localizado no interior do estado brasileiro do Rio Grande do Norte. Localiza-se numa altitude de 745 metros, a 377 km da capital estadual, Natal. Cidade serrana localizada no sopé das Serras de Martins, é considerada a "Princesa serrana" ou a "Campos do Jordão do RN", devido ao seu clima e ar puro agradavel em constraste com o clima semi-árido de outras regiões do interior do estado. Além da paisagem natural, Martins também é lembrada pelo seu festival gastronômico, considerado o maior festival em gastronomia de rua do Brasil[5], pela Casa de Pedra, uma caverna com 100m de comprimento, e pela festa da padroeira, Nossa Senhora da Conceição, que se realiza em dezembro. Com uma economia baseada na agricultura, pecuária do leite e corte e no ecoturismo, possui uma área territorial de 171 km², de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano 2009 sua população é de 8.386 habitantes.
História Em 20 de julho de 1736, Aleixo Teixeira, capitão-mor da Aldeia de São João do Apodi dos Tapuias Paiacus (atual Apodi), recebeu a carta de data da sesmaria de terras no alto da serra conhecida como Serra do Campo Grande (assim chamada em virtude da proximidade da povoação de Campo Grande), posteriormente conhecida como Serra da Conceição. Seis anos depois, Francisco Martins Roriz, habitante da Ribeira do Jaguaribe, na capitania do Ceará-Grande, fundou, no alto da serra ainda inabitada, uma fazenda, que passou a ser conhecida pelo nome de seu proprietário. A denominação logo passou à de todo o conjunto da Serra (Serra do Martins). Graças ao seu desenvolvimento vagaroso, mas contínuo, a povoação do alto da serra tornar-se-ia, um século depois, Vila e Município, com o nome de Maioridade (Lei Provincial n. 71, de 10 de novembro de 1841), a segunda vila do extremo ocidental da Província do Rio Grande do Norte, assim nomeada em homenagem à maioridade antecipada do Imperador Dom Pedro II, ocorrida no ano anterior. A Comarca de Maioridade seria instalada no ano seguinte, sendo a terceira de toda a Província (após a Comarca do Rio Grande do Norte, com sede em Natal, separada da Comarca da Paraíba em 1818, e a Comarca de Assu). O novo município estendia-se por metade de todo o extremo oeste da Província do Rio Grande do Norte, limitando-se ao norte com o de Apodi, a oeste com o de Portalegre, e a sul e a leste com os municípios paraibanos de Sousa e Catolé do Rocha, respectivamente. Em 1847, o Município passa a ser denominado Cidade da Imperatriz, em homenagem à Imperatriz D. Teresa Cristina. A alteração do regime, com a Proclamação da República, leva ao resgate do nome antigo e definitivo do Município, que passa a ser denominado Martins em 1890.
Turismo Uma bela imagem a partir da serra encanta a muitos turistas que visitam Martins, e desfrutam de um ar puro, fresco e um clima frio no meio do sertão. Martins destaca-se no turismo, tendo como principal evento a Feira de Gastronomia, uma das maiores do Estado. Com um clima típico de serra, em uma média de 19°C, é o melhor lugar para descansar em chalés, relaxar um pouco na piscina e refletir a paisagem que os hotéis de Martins oferecem. Pontos Turísticos Mirante das Carrancas Mirante do Canto Casa de Pedra - A segunda maior caverna em calcário do mundo Igreja Matriz Prédio do Museu Pedra Rajada Pedra do Sapo Lagoa do Rosário Museu Junior Marcelino
Geografia Dos mais de 1.000 km² que possuía no momento de sua fundação como Vila da Maioridade, em 1842, Martins encontra-se hoje reduzida, após sucessivas cisões, apenas à sede municipal (ao redor da antiga Matriz de Nossa Senhora da Conceição), áreas semi-urbanizadas adjacentes e áreas rurais em um total de 171 km² localizados quase exclusivamente no alto da serra homônima, entre 690 e 800 m de altitude. Referências ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008. Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de agosto de 2009. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008. ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.

domingo, 17 de julho de 2011

JOAQUIMTUR indica O Festival Gastronômico e Cultural de Martins. De 21 a 24 de julho.

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O circuito culinário pelas serras potiguares continua e agora o destino é serra de Martins. O vácuo deixado com a não realização da edição 2010, certamente não deverá esvaziar o Festival Gastronômico e Cultural do município localizado no médio oeste potiguar, a 370 km de Natal, que volta a ser realizado este ano, de 21 a 24 de julho. Além de tradição culinária, Martins é também uma das mais atrativas e famosas cidades da região.

rodrigo senaPraça central de Martins volta a receber o caldeirão gastronômicoPraça central de Martins volta a receber o caldeirão gastronômico

Será a sétima edição do festival e oficialmente a primeira dentro do novo 'Circuito das Serras', no qual integram o Festival de Monte das Gameleiras (ocorrido semana passada), Festival de Portalegre, marcado para acontecer dias 12, 13 e 14 de agosto, e Lagoa Nova, na primeira semana de setembro.

Cidade de passado histórico, Martins é também um dos municípios com a maior riqueza culinária daquela região potiguar. E é justamente essa riqueza que vai incrementar o cardápio da Cozinha Show, com oficinas de alguns dos melhores chefs do Rio Grande do Norte.

Segundo o diretor do circuito dos festivais Walde Faraj, em Martins serão trabalhados sabores típicos da região, incluindo uma novidade: a carne de porco. "Todo mundo na serra de Martins cria ou come carne de porco. Vamos mostrar a versatilidade da carne pela primeira vez". Além da carne suína, voltam aos menus o cordeiro, considerado a estrela da serra, o pescado tucunaré, a carne de boi e demais iguarias da serra.

Equipada para servir mais de 1600 pessoas, a cozinha é hoje o local mais diversificado do evento. "Vamos inaugurar a nova cozinha-show, que atualmente é a maior cozinha itinerante do estado. Será o espaço principal do festival pois é o lugar onde a população poderá interagir mais", disse Walde .

"Também estamos experimentando um formato mais voltado para a população e o público. Tiramos os concursos e investimos nas oficinas. Tem dado certo", disse. Alguns parceiros do evento, como a CimSal, que representa a Flor de Sal, deverá trazer um chef de outro estado, como aconteceu em 2009, quanto trouxe o renomado chef Carlos Ribeiro.

Música

A música também continua como um dos ingredientes importantes do encontro gastronômico. No setor do coreto, nomes de musicalidade mais intimista. Já confirmados estão Diogo Guanabara e Camila Masiso, Rodolfo Amaral e As Nordestinas, no dia 22; no dia 23 será a vez de Antônio de Pádua, Macaxeira Jazz, Caxumbo a Quatro, e Banda Café. Para o palco maior, estão confirmados Waldonys e Forró dos Três.
rodrigo senaChefs do RN, produtores e convidados se reúnem no festivalChefs do RN, produtores e convidados se reúnem no festival

Segundo a prefeita de Martins, Maria José Gurgel Costa, as expectativas para 2011 são grandes, já que não houve festival no ano passado - por questões políticas junto ao governo do estado, segundo ela. "Esperamos o melhor para este ano. Sem o festival em 2010, houve prejuízo para o setor hoteleiro e também para a população. Vamos atravessar as dificuldades e voltar ao evento com tudo, só não podemos parar no tempo. Martins já tem história no setor", explica.

http://tribunadonorte.com.br/noticia/serra-de-martins-volta-a-sediar-festival-gastronomico/188934

terça-feira, 12 de julho de 2011

O AGRESTE SE DESCORTINA

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Yuno Silva
repórter

A ocupação mal distribuída do território brasileiro é notória, e a tendência histórica de migração para o litoral reflete no crescente desconhecimento geográfico de belas paisagens interioranas espalhadas pelo RN, como as vistas em Monte das Gameleiras. Município encravado na beirada do trecho potiguar da Serra da Borborema, e distante apenas 130 km de Natal, Gameleiras tem pouco mais de 2,3 mil habitantes e guarda boas surpresas para quem quer mudar de ares e de clima. Com temperatura amena, que gira na faixa abaixo dos 20 graus durante o período de inverno, a cidade estreou como cenário de festivais gastronômicos na última semana, quando foi sede - entre os dias 7 e 10 de julho - do evento que abre oficialmente o "Circuito das Serras".

Yuno SilvaMonte das Gameleiras muda a rotina para receber o dobro de sua população durante festival gastronômico e culturalMonte das Gameleiras muda a rotina para receber o dobro de sua população durante festival gastronômico e cultural

Apesar da semelhança com outros eventos do gênero, onde destacam-se as oficinas culinárias, degustações e apresentações artísticas, os festivais do Circuito fazem a diferença nas cidades que passam devido a realização de consultorias na área de alimentação - iniciativa que, por tabela, também beneficia o segmento turístico. "A equipe de produção está aqui há três meses preparando a cidade para receber o festival, e o saldo do evento superou nossas expectativas", afirmou Edinha Pinheiro, prefeita de Monte das Gameleiras. "Recebemos cerca de seis mil visitantes no período, terrenos e imóveis foram comercializados e não foi contabilizada nenhuma ocorrência", comemora.

Para receber melhor os visitantes, as praças e os canteiros foram remodelados, a iluminação pública foi incrementada e até a igreja matriz de São Sebastião recebeu mão nova de tinta. Outro detalhe que merece ser ressaltado é a forma que encontraram para acomodar todos os turistas: as famílias que participaram do projeto "Café, cama e rede", do Sebrae-RN, alugaram suas casas durante o período do festival. O evento mudou a rotina de dona Verônica, que alugou sua residência para um grupo de turistas e convidados do festival. "Aqui não tem festa que dure mais de uma dia. Estou adorando a movimentação e todo mundo ganha um dinheirinho", disse ela, lembrando que seu filho Jociano é jogador de futebol e está atualmente na Associação Desportiva Cabofriense.

"Além de aliar a boa gastronomia com ingredientes locais que caracterizam cada lugar, o circuito ainda oferece programação cultural diferenciada para toda a família e, acima de tudo, apresenta o potencial turístico das regiões serranas do RN", garante o produtor e gourmet Walde Faraj, há nove anos envolvido com festivais gastronômicos pelo interior do Estado.

Apesar do envolvimento da comunidade local com o evento e dos benefícios econômicos para a cidade como um todo, uma característica recorrente dos festivais - e que não foi diferente em Gameleiras - é a divisão natural do evento em dois espaços distintos: o lado popular e o lado sofisticado. No primeiro, as bebidas oficiais são a cerveja e a cachaça. É também onde ficam os vendedores ambulantes de cachorro quente e batata frita, e onde é montado o palco principal com atrações do quilate do forrozeiro pernambucano Jorge de Altinho e do sanfoneiro Luan de Amazan (filho do forrozeiro pernambucano).

Já os visitantes concentram-se onde se houve música instrumental, MPB e pop rock (Diogo Guanabara, banda Macaxeira Jazz, banda Sotaque), e onde ficam os restaurantes convidados. A fronteira que divide esses dois mundos é representada pela cozinha industrial, lugar das principais atividades gastronômicas: este sim, um lugar democrático que une todos os públicos. "A cozinha show é o espaço itinerante do festival, montada ao longo dos anos. Hoje, ela pode ir a qualquer lugar e servir 1300 pessoas. No festival, toda a degustação das oficinas é gratuita para a plateia", disse Walde. Destaque para a oficina infantil, com chefs e o elenco do Circo Tropa Trupe, envolvendo quase cem crianças.

Anjo Azul vai para Gameleiras

Apesar da pouca infraestrutura para atender o turismo, tudo é uma questão de tempo em Monte das Gameleiras. Um bom exemplo dos novos investimentos que começam a surgir no alto da serra é a pousada Pedra Grande: inaugurada no início deste ano e construída em estilo que lembra a arquitetura rural da Holanda, a construção vem atraindo cliques de quem visita a região.

Outra construção que dividirá atenções com as belezas naturais do município, e se tornará uma atração instantânea, será a estátua do Anjo Azul. Desde 2007 chantada na avenida Hermes da Fonseca, no bairro do Tirol, Natal, a escultura de 12 metros e 28 toneladas de ferro e concreto foi doada ao município por Walde Faraj. "Após esse período de chuvas, vamos começar a construção da base onde o anjo será instalado", informou Edinha Pinheiro. "O local já está escolhido e estamos estudando qual a melhor forma de realizar o transporte", disse a prefeita, adiantando que a cor será alterada para melhor contextualização com a paisagem. Os custos para remover, transportar e reinstalar o anjo azul gira em torno de R$ 20 a 30 mil.

Antes de ir parar nas mãos de Walde, o anjo chegou a ser oferecido à Prefeitura de Natal (que não se interessou devido o custo de remoção) e à vitralista curitibana Analys Berti, interessada em levar o anjo para a praia de Caraúbas, Maxaranguape, litoral Norte do RN (45 km da capital). Vistosa e um tanto desproporcional para o local onde está instalada, a obra do artista plástico Jordão, o Anjo Azul serviu como ponto de referência para uma galeria de arte de mesmo nome que funcionou no local entre 2007 e 2010. A casa onde funcionou a galeria foi adquirida pelo empresário Adroaldo Carneiro, cujos planos é construir no local nova sede para a filial da Adroaldo Tapetes. Um final feliz para o anjo.

Aconchegante

Para quem não conhecia a região, que tem a cidade de Passa e Fica e a famosa "Pedra da Boca" como portas de entrada para os municípios serranos, o Festival Gastronômico e Cultural de Monte das Gameleiras foi uma ótima oportunidade para conferir a paisagem surpreendente da Borborema potiguar, termo que significa "terra infértil, estéril".

Via Crucis

Entre as principais atrações do lugar está o mirante da Capela de Nossa Senhora da Boa Saúde, cerca de 570 metros acima do nível do mar, de onde é possível se ter uma visão privilegiada de toda a área. O local tem forte vocação para o turismo religioso, e para se chegar até lá o visitante passa por uma verdadeira e literal 'via crúcis': todo o caminho é pontuado pelas 14 estações que representam o trajeto vencido por Jesus Cristo até o Calvário.

A 'Via Sacra' de Gameleiras ainda receberá cuidados. "O trabalho vai continuar esta semana, pois eles (os produtores) também querem recuperar as imagens das 14 estações da via crúcis e envelhecer a pintura da Capelinha", adiantou a prefeita Edinha.

Sinalização e buracos

Apesar da paisagem recompensadora, chegar em Gameleiras não é tarefa das mais fáceis: não há uma só placa indicando o caminho em todo o percurso. Quem não possui um aparelho de GPS (que mostra todas as coordenadas do trajeto e funciona via satélite), o jeito é viajar com um mapa detalhado do RN em mãos e parar para pedir informações para não correr o risco de ir parar na Paraíba. As estradas também não são das melhores: o trecho entre Passa e Fica e São Bento é o mais esburacado e requer atenção redobrada de quem trafega pela serra. A dica para os novatos é viajar durante o dia.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

MAIS VOCÊ EM ACARI/RN

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O Mais Você desta quinta-feira, dia 21 de abril, apresentou o quadro ‘Tem visita’. A repórter Nádia Bochi esteve em Acari, no Rio Grande do Norte, e mostrou todas as belezas do lugar que é considerado o mais limpo do país. “É um lugar diferente e pode ser uma boa indicação para a sua próxima viagem”, anunciou Ana Maria Braga.


Em termos climáticos, a cidade também é uma das mais secas do país, como ressaltou a apresentadora: “O destino de hoje é a cidade de Acari, que fica no sertão do Rio Grande do Norte. A região fica a duas horas de Natal e, embora tenha um açude lindo, é um dos lugares mais secos do Brasil”. Em seguida, Ana Maria Braga comentou a limpeza do lugar: “A cidadezinha, de 11 mil habitantes, tem também o orgulho de ser uma das mais limpas do país. Dizem que a limpeza é obrigatória desde o tempo do Império e da Velha República”, destacou ao chamar a reportagem de Nádia Bochi.


Na reportagem, Nádia mostrou o percurso percorrido até chegar à cidade. Ela conversou com os moradores, que contaram os costumes de Acari. A repórter visitou um estabelecimento comercial especializado em camarão. Lá, pode-se encontrar linguiça e almôndegas do fruto do mar.

Durante visita de Nádia, muitas pessoas procuraram a repórter para contar suas habilidades, e também curiosidades sobre a história do lugar. A moradora Terezinha Alves mostrou sua vasta produção de artesanato. “Eu bordei o Louro José para mandar para a Ana Maria Braga”, contou.


A repórter também esteve na casa para conversar pessoalmente com Ana Maria Braga sobre a experiência no sertão nordestino. Ela presenteou o Louro José com um chapéu de cangaceiro, mandado pelos moradores de Acari. A repórter também entregou os presentes que foram mandados para a apresentadora. Ana Maria agradeceu ao carinho do povo de Acari.


“A gente não podia imaginar que no Brasil existia um lugar assim”, ressaltou Nádia. “Foi uma aventura. Para subir a serra, precisamos contar com a ajuda de alguém. Um jumento foi o nosso companheiro”, revelou. “Com esse ‘tem visita’ a gente tenta fazer um tipo de turismo diferente, a gente visita lugares que não seriam o comum das pessoas visitarem’, observou Ana Maria Braga, se referindo ao objetivo do quadro.


A repórter mostrou que foi guiada pela moradora Angelina. Ela levou a equipe de produção do Mais Você para o alto da serra, onde todos tiveram a oportunidade de beber e se banhar com a água de uma nascente. “Todo mundo que a gente encontra passa alegria para a gente”, contou Nádia, destacando a hospitalidade do casal Maria do Céu e José Felipe, que a acolheu em Acari.


“É um turismo muito mais barato do que o tradicional, e você vai conhecer coisas que quase ninguém conhece”, relatou a repórter. Ela também contou que a cidade possui pousadas aconchegantes para hospedar os visitantes.


Curiosidades sobre Acari:

É considerada a cidade mais limpa do Brasil e abriga um importante acervo religioso do século XVIII. A Igreja de Nossa Senhora do Rosário e o Museu Histórico de Acari, por exemplo, foram tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1964. Esta cidade ainda oferece belas paisagens e uma natureza privilegiada. A Serra do Bico da Arara abriga anualmente em suas grutas, de março a setembro, milhares de andorinhões, aves migratórias cuja origem ainda é desconhecida. O Açude Gargalheiras, com 40 milhões de metros cúbicos d'água, entre rochas e serras, é um espetáculo de rara beleza rústica.


Outros pontos turísticos, como as serras do Pai Pedro e da Lagoa Seca, também fazem parte do roteiro, assim como as formações rochosas naturais que brincam com a imaginação do visitante, como as pedras da Santa, do Avião e do Sapateiro. No Poço do Arthur, são encontradas inscrições rupestres datadas de dez mil anos. Cercada de montanhas e rochedos, Acari é uma das cidades mais antigas do Seridó. Em 1835, desmembrou-se de Caicó e passou a município. Tem 11.182 habitantes. Antiga aldeia dos índios cariris, seu nome tem origem em um tipo de peixe com escamas ásperas e deliciosa carne branca, comum no rio Acauã, que banha parte da região.

Acesse aqui:

http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL1659865-10345,00-TEM+VISITA+MAIS+VOCE+CONHECEU+UMA+DAS+CIDADES+MAIS+LIMPAS+DO+BRASIL.html

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

JOAQUIMTUR NO FERIADO DA PADROEIRA DE NATAL NO LAJEDO DE SOLEDADE E NA SERRA DOS MARTINS/RN

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LAJEDO SOLEDADE E MARTINS/RN:
19/11 – Sexta-feira
23:30h - Saída à combinar com destino a Apodi/RN;

20/11 – Sábado-feira
06:00h – Chegada prevista c/Café da Manhã (incluso), após iremos visitar o Lajedo Soledade, em seguida saída para Martins/RN;
12:30h – Chegada prevista em Martins c/ Acomodações imediata e Almoço c/ refrigerante ou suco;
16:30h – Saída para City tour em Martins/RN c/ visita ao Mirante do Canto, com um pôr do sol lindíssimo;
20:00h – Jantar (incluso no Hotel).

21/11 - Domingo
07:00 – Café da Manhã (incluso)
08:00 – Manhã livre ou, caminhada opcional até a Casa de Pedra (Caverna em forma de casa);
12:00h – Almoço c/ refrigerante ou suco (incluso);
14:00h – Saída para Natal com chegada prevista para as 20:30h.

Nosso Pacote Inclui:

Refeições:Serviço de Bordo(ida e volta), 02 Cafés da manhã e 02 Almoços e 01 Jantar) e Hospedagem em quartos triplos.

*Condições:À vista R$ 250,00(micro-ônibus),
ENT R$ 180,00 + R$ 100,00 em Cheque pra 30 dias.

Condições de cancelamento:
Havendo necessidade, o cliente deverá comunicar à JOAQUIMTUR, por escrito e está sujeito às condições de perdas abaixo citadas, de acordo com as determinações legais em geral e, em especial com as disposições da EMBRATUR- Deliberação Normativa No 161/85:

1. Cancelamento com 30 dias ou mais antes da saída, perda de 10% da importância paga;
2. Cancelamento entre 29 e 21 dias antes da saída, perda de 20% do valor do passeio;
3. Cancelamento entre 20 e 07 dias antes da saída, perda de 40% do valor do passeio;
4. Cancelamento com 06 dias ou menos antes da saída, perda total do valor do passeio ou, por iniciativa do passageiro, providenciar sua substituição por outro participante nas mesmas condições contratadas.

MAIORES INFORMAÇÕES:
(84) 8879-0974 – Rita Dantas
(84) 8822-2909- Joaquim Jr.

sábado, 23 de outubro de 2010

JOAQUIMTUR NO FERIADO DE 02 DE NOVEMBRO LEVA VOCÊ A SERRA DOS MARTINS!!! NUM PREÇINHO I M P E R D Í V E L ! ! !

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MARTINS
SANTUÁRIO DO LIMA EM PATÚ-RN
31/10 – DOMINGO
00:01h –Saída em frente da JOAQUIMTUR com destino ao município de Martins/RN;
01/11 – SEGUNDA-FEIRA
06:30h – Chegada prevista em Martins c/ Acomodações imediata no Hotel Chalé dos Ingás e Café da manhã(incluso);
12:00h - Almoço c/ refrigerante ou suco;
16:30h – Saída para City tour em Martins/RN c/ visita ao Mirante da Carranca, com um pôr do sol lindíssimo;(c/Guia Local de Martins)
20:00h – Jantar (incluso no Hotel).
02/11 – TERÇA-FEIRA
07:00 – Café da Manhã (incluso)
08:00 – Manhã livre ou, Caminhada Opcional até a Casa de Pedra (Caverna em forma de casa);
12:00h – Almoço c/ refrigerante ou suco (incluso);
13:30h – Saída de Martins/RN com destino ao Santuário do Lima-Patú/RN
21:00h – Com chegada prevista.

Nosso Pacote Inclui:
Refeições:Serviço de Bordo(ida e volta), 02 Cafés da manhã, 02 Almoços e 01 Jantar e Hospedagem em quartos triplos, sendo em quarto duplo acréscimo de 20%.
*Condições:
À vista R$ 250,00
ENT DE R$ 150,00 + 1X R$125,00
(Cheque pré-datado ou Boleto Bancário p/02/12.)
**Condições de cancelamento:
Havendo necessidade, o cliente deverá comunicar à JOAQUIMTUR, por escrito e está sujeito às condições de perdas abaixo citadas, de acordo com as determinações legais em geral e, em especial com as disposições da EMBRATUR- Deliberação Normativa No 161/85:

1. Cancelamento com 30 dias ou mais antes da saída, perda de 10% da importância paga;
2. Cancelamento entre 29 e 21 dias antes da saída, perda de 20% do valor do passeio;
3. Cancelamento entre 20 e 07 dias antes da saída, perda de 40% do valor do passeio;
4. Cancelamento com 06 dias ou menos antes da saída, perda total do valor do passeio ou, por iniciativa do passageiro, providenciar sua substituição por outro participante nas mesmas condições contratadas.

***OBS: Saída Confirmadas
em Sprinter mínimo de 12 pessoas,
Micro-ônibus com mínimo de 25 pessoas
e ou 35 pessoas em ônibus.

MAIORES INFORMAÇÕES:
(84) 3082-4588/8881-2588/9908-9227

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Patrimônio - A arte de preservar tesouro de 5 mil anos

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Na edição deste domingo em seu Caderno de Ciência e Meio Ambiente, o Jornal do Comércio do Recife traz uma reportagem sobre o município potiguar de Carnaúba dos Dantas/RN, onde pesquisadores de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí se unem para preservar pinturas e gravuras rupestres no Sertão do Seridó. Veja o texto da jornalista Cleide Alves :

Um tesouro com cerca de cinco mil anos de existência, localizado no Sertão do Seridó, mobiliza pesquisadores dos Estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí. O trabalho coletivo terá como resultado a preservação dos sítios arqueológicos de Carnaúba dos Dantas/RN, onde há registros de pinturas e gravuras rupestres. Ações de educação patrimonial começam a ser desenvolvidas a partir deste mês, mas já estão em andamento a limpeza dos desenhos e a colocação de passarelas para organizar as visitas nas áreas das pinturas.

Os 71 sítios identificados em Carnaúba dos Dantas representam a tradição nordeste, caracterizada por figuras que dão ideia de movimento - cenas de caça e dança, por exemplo. As pinturas, na cor vermelha, são atribuídas a grupos étnicos que habitaram a região. Proteger os painéis de arte rupestre não é uma tarefa simples. É preciso combater inimigos naturais, como vespas, abelhas, marimbondos e infiltrações d'água, e também atos de vandalismo que põem em risco a integridade dos sítios.

A instalação de passarelas de madeira, para o visitante contemplar os grafismos sem tocar nos painéis, foi a solução encontrada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para controlar o vandalismo. "Dar condições de visitação pública e ao mesmo tempo garantir a preservação faz parte da política nacional do Iphan", explica o arqueólogo Onésimo Santos, da superintendência do Rio Grande do Norte.


Ele informa que o projeto não prevê apenas as passarelas. Escadarias para facilitar o acesso aos sítios (subidas que exigem esforço físico do visitante) estão sendo construídas com pedras encontradas na região. "Vamos sinalizar com placas indicativas e criar áreas de descanso", diz o arqueólogo. As intervenções começaram pelos Sítios Xiquexique 1 e Xiquexique 2, que ficam próximos da área urbana. "São os mais visitados e, portanto, os mais vulneráveis", justifica.

Outros dois sítios de Carnaúba dos Dantas, Xiquexique 4 e Pedra do Alexandre, receberão tratamento semelhante, todos com recursos do Ministério da Cultura. A inauguração está programada para novembro deste ano, no Seminário de Socialização do Patrimônio Arqueológico, que o Iphan realizará em Natal. Paralelamente à confecção das passarelas, o instituto conta com a colaboração de uma especialista do Piauí, para identificar os males que acometem os painéis e fazer a limpeza.
Arqueóloga e química, Conceição Lage trabalha desde o mês passado na remoção de sujeira natural dos Sítios Xiquexique 1 e Xiquexique 2. "Foram tiradas 26 casas de marimbondo ativas, duas colmeias de abelhas, dejetos de répteis, manchas de fuligem provocadas pela ação de retirada de insetos e depósitos salinos de Xiquexique 1, sem colocar a pintura em risco", diz ela, em entrevista por telefone. Professora de arqueologia da Universidade Federal do Piauí, Conceição Lage acrescenta que os ninhos de vespas também deixam rastros nas pinturas.

"As vespas pegam argila da região e misturam com saliva para fazer as casas, com o tempo isso vira pedra e às vezes encobre a pintura. Tinha bastante por lá", comenta. A pesquisadora sugere manutenção constante no local para evitar novas infestações. "Não existe um produto natural para espantar os insetos." No Sítio Xiquexique 2, Conceição Lage se deparou com infiltração de água na rocha, provocada por raízes de plantas.
De acordo com a arqueóloga, as raízes ácidas abrem pequenos furos na pedra, por onde a água se infiltra, transportando sais, sujeira e areia até a área dos desenhos.

"É complicado fazer a remoção porque há situações em que a pintura está coberta pelos sais e, em outras, elas estão sobre os sais", declara. Nesse caso, ela indica intervenções na parte alta da rocha, para frear e inibir o aparecimento de buracos. Conceição Lage se dedica à conservação de arte rupestre desde 1991.


domingo, 26 de setembro de 2010

MACAÍBA - REDESCOBRINDO AS CIDADES DO MEU RN

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Macaíba é um Município brasileiro localizado no Estado do Rio Grande do Norte. Localiza-se as margens do Rio Jundiaí há 18 km da capital estadual, Natal, do qual integra a sua região metropolitana. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano 2009 sua população era estimada em 66.380 habitantes numa área territorial de 512 km².
Seu principal destino turístico é o Solar Ferreiro Torto, um marco histórico, que remonta ao ano de 1614, quando era conhecido por Engenho Potengi.
Como pontos históricos destacam-se Matriz de Nossa Senhora da Conceição, a Capela de São José (mais antiga da cidade), o Solar da Madalena, Capela da Soledade, casa onde nasceu Henrique Castriciano, Obelisco Augusto Severo, Casarão dos Guarapes e Solar Caxangá.

História
O nome Macaíba foi dado por Fabrício Gomes Pedrosa em 1855. Sua primeira denominação foi Coité, referência à predominância desse tipo de vegetação no local. As boas condições do solo e o clima com pluviosidade favorável propiciaram o desenvolvimento da atividade agropecuária.
Sua posição estratégica, a caminho de Natal, impulsionou o comércio. O posterior advento das linhas ferroviárias, no entanto, reduziu a importância de sua economia.
De seu território desmembraram-se os municípios de São Paulo do Potengi, São Gonçalo do Amarante e parte de São Tomé.

Referências bibliográficas
• IBGE Cidades . Acesso em 1° de agosto de 2004.
• MINEIRO, Fernando. Natal em Perfil 1998. 2ª ed. rev. e atual. Natal: 1998.

Referências
1. ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
2. ↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de agosto de 2009.
3. ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
4. ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 26 de dezembro de 2009.

*Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Maca%C3%ADba

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Rio do Fogo/RN - REDESCOBRINDO AS CIDADES DO MEU RN.

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RIO DO FOGO - 15 Anos!!!
Parabéns!!!
A População total do município em 2000 era de 9.730 (IBGE), hoje estima-se que esteja em torno de 12.000 habitantes.

Sua Área é de 150,28 km² representando 0,28 % do Estado, 0,01 % da Região e 0,00 % de todo o território brasileiro.

Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,60 segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000)

Área Territorial: 150,28 km²
Fonte: IBGE
Ano de Instalação: 1997
Microrregião: Litoral Nordeste
Mesorregião: Leste Potiguar
Altitude da Sede: 30,00 m
Distância à Capital: 61,11 Km
Fonte: Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD


População - Rio do Fogo - RN

O modelo adotado para estimar os contingentes populacionais dos municípios brasileiros emprega metodologia desenvolvida pelos demógrafos Madeira e Simões, onde se observa a tendência de crescimento populacional do município, entre 2 Censos Demográficos consecutivos, em relação à mesma tendência de uma área geográfica hierarquicamente superior (área maior).

O método requer a existência de uma projeção populacional, que leve em consideração a evolução das componentes demográficas (fecundidade, mortalidade e migração), para uma área maior que o município, quer dizer, para a Unidade da Federação, Grande Região ou País. Desta forma, o modelo matemático desenvolvido estaria atrelado à dinâmica demográfica da área maior.

Em síntese, o que a metodologia preconiza é que:

Se a tendência de crescimento populacional do município entre os Censos for positiva, a estimativa populacional será maior que a verificada no último levantamento censitário; caso contrário, a estimativa apontará valor inferior ao último Censo.

Fonte: IBGE (www.ibge.gov.br)

Para saber mais sobre a Metodologia de Estimativa Polulacionais do IBGE clique aqui.

IDH - Índice de Desenvolvimento Humano - Rio do Fogo - RN

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) divulga todos os anos o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A elaboração do IDH tem como objetivo oferecer um contraponto a outro indicador, o Produto Interno Bruto (PIB), e parte do pressuposto que para dimensionar o avanço não se deve considerar apenas a dimensão econômica, mas também outras características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade da vida humana.

No IDH estão equacionados três sub-índices direcionados às análises educacionais, renda e de longevidade de uma população. O resultado das análises educacionais é medida por uma combinação da taxa de alfabetização de adultos e a taxa combinada nos três níveis de ensino (fundamental, médio e superior). Já o resultado do sub-índice renda é medido pelo poder de compra da população, baseado pelo PIB per capita ajustado ao custo de vida local para torna-lo comparável entre países e regiões, através da metodologia conhecida como paridade do poder de compra (PPC). E por último, o sub-índice longevidade tenta refletir as contribuições da saúde da população medida pela esperança de vida ao nascer.

A metodologia de cálculo do IDH envolve a transformação destas três dimensões em índices de longevidade, educação e renda, que variam entre 0 (pior) e 1 (melhor), e a combinação destes índices em um indicador síntese. Quanto mais próximo de 1 o valor deste indicador, maior será o nível de desenvolvimento humano do país ou região.

Fonte: PNUD/Atlas de Desenvolvimento Humano (http://www.pnud.org.br/)

terça-feira, 14 de setembro de 2010


Circuito ENCANTOS DO SABIÁ
18/09/2010
São José do Seridó/RN

PROGRAMAÇÃO
v 6 h – Café da Manhã – Inscrições (Credenciamento) no CRAS;
v 6 h e 30 min. – Saída do 1º Grupo.
Encerramento (CRAS):
v Apresentação cultural
v Feirinha de Produtos Artesanais

- DICAS PARA UMA CAMINHADA SAUDÁVEL E SEGURA:
· Use roupas leves e confortáveis;
· Utilize filtro solar, calçado fechado (tênis), boné e óculos escuros;
· Conduza se possível, recipiente com água para manter-se hidratado;
· Não se disperse do grupo e, siga orientações do Responsável pela condução do grupo;
· Não jogue lixo, nem degrade o ambiente;

PERCURSO
Mercado Público Municipal → Passagem molhada sobre o Rio São José → Estrada antiga que dá acesso ao Projeto de Assentamento Seridó → Trilha Ecológica Canto do Sabiá → Estrada que dá acesso a casa de Raimundo de Seu Veludo → Comunidade Alto Grande → Sítio de Chico Quirino → Sítio dos meninos de Pai Velho → Sítio de André de Alrino → Igreja Matriz de São José → Associação das água e comunicações de São José do Seridó → Poço da Bonita → Mercado Público Municipal.

- ATRATIVOS:
1 Mercado Público Municipal
2 Trilha Ecológica Canto do Sabiá
3 Barragem Assoreadora da Comunidade Alto Grande
4 Agroecossistema autosustentável
5 O novo rural do Seridó: Ordenha Mecânica/sítio Alto Grande
6 Escola Jesuino Azevedo 7
7 Matriz de São José
8 Centro de Produção de Mudas Xique-xique
9 Poço da Bonita

Portalegre/RN - REDESCOBRINDO AS CIDADES DO MEU RN.

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Portalegre é um município no Estado do Rio Grande do Norte (Brasil), localizado no Polo Serrano da Mesorregião do Oeste Potiguar, microrregião de Pau dos Ferros. O município possui, de acordo com o censo realizado pelo IBGE no ano 2008, uma população de 7 082habitantes e tem uma área territorial de 110 km².
Etimologia
O topônimo Portalegre é uma alusão a Cidade de Portalegre, capital do Distrito de Portalegre, situada na região do Alentejo, sub-região do Alto Alentejo em Portugal, Sua denominação original era Regente e desde 1833, Portalegre.

História
A história da região onde Portalegre situa-se mescla a influência entre os nativos das terras, os índios Paiacu, Tarairiu, portugueses e a expansão da carne do charque.
No final do Século XVII foi registrado o surgimento de Portalegre através do avanço de currais de gado, durante o ciclo econômico da carne do charque, que se estendiam até a várzea do rio Açu/Apodi. O Capitão-mor Manoel Nogueira Ferreira ergueu a primeira fazenda do município pela necessidade de procurar paz e tranquilidade, subindo então para a serra. A terra foi demarcada com um toro de madeira (dormentes).
Daí o primeiro nome da vila ser considerado Serra dos Dormentes. No ano de 1740 a vila teve seus fundadores, os irmãos portugueses Clemente Gomes d'Amorim e Carlos Vidal Borromeu, casado com Margarida de Freitas, filha do Capitão-mor Manoel Ferreira.[9] Em 1752, Dona Margarida de Freitas adoeceu. Ela e seu marido fizeram votos de cura a Nossa Senhora de Santana, construindo uma capela em homenagem à santa pela graça alcançada. O segundo nome de Portalegre veio através dessa devoção, passando a se chamar Serra de Santana.
Depois do abandono das terras devido a morte famílias fundadoras, as estiagens, conflitos entre posseiros e as revoltas índigenas, os irmãos portugueses receberem do governo as concessões da terra, já faziam benfeitorias e, como não havia Títulos ou Cartas de Doação, o Capitão-mor Francisco Martins arrendava as terras pertencentes a Portugal. Por isso, a mudança do nome para Serra do Regente (da Regência).
No dia 12 de junho de 1761, a pedido do governador de Pernambuco, o juiz de Recife, Dr. Miguel Caldas Caldeira de Pina Castelo Branco, foi enviado à vila para demarcar a terra para os índios Paiacu que viviam na ribeira do Apodi. Em 1762, os Paiacu, aldeados na Missão Paiacu(hoje Pacajus- Ceará) vieram acrescentar-se comunidade índigena. Este fato causou conflitos entres os índios e os moradores da vila.
A presença dos índios está registrada no documento datado de 3 de novembro de 1825, que fala da prisão e fuzilamento dos índios na vila de Portalegre. Os índios Luísa Cantofa e João do Pego, incentivadores da revolta indígena contra os moradores da vila, conseguiram escapar. Mais tarde, Cantofa foi assassinada, acompanhada de sua neta Jandi, no momento em que rezava o Ofício. O local do assassinato fica localizado, atualmente, na Bica.
A fundação oficial da vila de Portalegre aconteceu no dia 8 de dezembro do 1761, em virtude da Carta-Régia de 1755 e Alvará-Régio, também de 1755. Segundo Luís da Câmara Cascudo, Portalegre foi a Terceira Vila a ser fundada no Rio Grande do Norte, sendo antecedida de Nova Extremoz do Norte (região que atualmente pertence a Ceará-Mirim), e da vila Nova Arês.
Portalegre foi destaque na Revolução de 1817, lutando contra o poder imperial. Por esse motivo, é considerada a capital revolucionária do Oeste Potiguar.
Geografia
Território
Portalegre tinha uma área inicial de 5.000 km², que englobava toda a Microrregião Serrana do Rio Grande do Norte. A partir de 1963, no entanto, começou a ser desmembrada e deu origem aos municípios de Francisco Dantas, Riacho da Cruz, Viçosa, São Francisco do Oeste e Rodolfo Fernandes. Sua área foi reduzida a 110 km², segundo o censo demográfico de 2003, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A vegetação, na área montanhosa, com altitude média de 650m, é bastante diversificada e a caatinga arbustiva predomina. As espécies mais encontradas são oiticica, pau-d'arco, angico e outras árvores de grande porte. Também registra-se ampla variação climática. A precipitação média anual é de 600 a 700mm.
Economia
Economicamente, Portalegre sobrevive dos setores primário e secundário. A redução do território prejudicou o desenvolvimento da pecuária, já que as terras apropriadas para a criação de gado passaram a pertencer a outros municípios, ficando apenas uma área montanhosa. Mas, do pouco que restou, a serra apresenta uma planície propícia para a agricultura, mesmo sendo considerada pequena a produção agrícola de subsistência, com ênfase para mandioca, feijão e milho. Em segundo plano, estão as frutas.
Atualmente, o caju vem se destacando na fruticultura do município. Em 2002, segundo dados do IBGE, foram colhidos 2.150 hectares de caju, que possibilitam a produção doméstica de doce, e a comercialização da castanha, hoje o quarto produto na pauta de exportações do Rio Grande do Norte. Na zona rural, plantações de bananeiras, cajueiros, goiabeiras e outras árvores frutíferas ajudam na subsistência da população.
Educação
A maioria dos estudantes de Portalegre frequenta o Ensino Fundamental. De acordo com o IBGE, no ano de 2003, foram matriculados 278 alunos no Ensino Pré-Escolar; 1.491 no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, 364 alunos. Conforme a Secretaria Municipal de Educação, há oito escolas de Ensino Fundamental na zona rural e três escolas de Ensino Fundamental na zona urbana.
Saúde
A população conta com um hospital-maternidade na cidade, além de um centro de saúde. Na zona rural, são seis postos de saúde, sendo oferecidos, no total, dois médicos, duas enfermeiras e onze auxiliares de enfermagem.
Turismo
Portalegre tem grande influência sobre o turismo na zona serrana potiguar. Com temperatura média de 20 ℃, a cidade dá um belo convite para conhecermos as suas belezas naturais e desfrutar de um clima fresco e agradável.
Pontos Turísticos de Portalegre
• Terminal Turístico da Bica;
• Cachoeira do Pinga;
• Nincho de Mãe Peregrina(Religiosidade);
• Mirante Boa Vista;
• Catedral de Portalegre.

Referências
1. ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
2. ↑ a b Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de agosto de 2009.
3. ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
4. ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
5. ↑ Página do IBGE. Página visitada em 19 de maio de 2010.
6. ↑ Sebok. Lou, Atlases published in the Netherlands in the rare atlas collection. Compiled and edited by Lou Seboek. National Map Collection (Canada), Ottawa. 1974
*Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Portalegre_(Rio_Grande_do_Norte)

domingo, 5 de setembro de 2010

CURRAIS NOVOS - Redescobrindo as Cidades do Meu RN.

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Currais Novos é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte.
Localiza-se a 172 km da capital estadual, Natal. Currais Novos se encontra na região do Seridó, na região central do estado junto a divisa com o estado da Paraíba. Considerada um centro sub-regional, suas principais atividades econômicas são a agricultura, pecuária e a extração mineral.

Seu simbolo turístico é a estatua "Cristo-Rei", réplica fiel, mas em menor proporção, da estátua do Cristo Redentor, que foi trazida da França e doada por Cel. Manoel Salustino em 1937.

Currais destaca-se pela Carnaxelita, maior micareta do interior do estado e que notadamente atrai turistas de várias partes do interior nordestino.

De forte formação geológica, o município também se destaca por abrigar a Mina Brejuí, a maior mina de scheelita da América do Sul[6] e o Canyon dos Apertados, único canyon de rocha granítica do mundo.

De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2009, sua população é de 43.536 habitantes.

História
Origens


A cidade de Currais Novos foi colonizada inicialmente por Criadores de Gado, dentre os quais o mais importante foi Cipriano Lopes Galvão, nomeado Coronel do Regimento de Cavalaria da Ribeira do Seridó pelo então governador Pedro de Albuquerque Melo, e agricultores que têm em sua origem cristãos-novos vindos dos Açores e de Portugal continental.

Cipriano Lopes Galvão veio de Igaraçu- PE com sua esposa Adriana de Holanda e Vasconcelos no ano de 1754 para a região do Totoró. No local, fixou residência e fundou uma fazenda de gado. Quando requereu as terras em 1754, cujo requerimento consta no livro número 5 de Sesmarias do Rio Grande do Norte, já morava no local há anos e tinha seu rebanho bovino com os devidos empregados, chamados de vaqueiros. É certo que sua sesmaria abrangia desde a bifurcação emtre os rios Totoró e Maxinaré até a região do Rio São Bento.

Na época, não existia o município de Acari nem o de Vila do Príncipe (atual Caicó) e toda a região, então denominada Ribeira do seridó, pertencia à Paraíba.

Aproveitando as boas pastagens que o Rio São Bento oferecia, o gado de seu rebanho se deslocava até aí para se alimentar e beber, fato que dificultava o trabalho dos seus empregados. Observando tal dificuldade, resolveu construir currais de pau-a-pique, com troncos de aroeira, nos quais tirava- se o leite das vacas, adestrava- se os bezerros e marcava- se o restante do gado com o método do ferro moldado e aquecido no fogo. Contavam com uma infra- estrutura para a troca e comercialização, bem como para a hospedagem dos parceiros comerciais. A partir destes, casas começaram a ser construídas e vários outros fazendeiros passaram a requerer terras nas circunvizinhanças para aproveitar a proximidade com a emergente feira de gado.
[editar] Origem e evolução do nome

Com o crescimento da feira de gado, o Coronel Cipriano resolveu desmembrar o espaço de suas terras, dando-lhe o nome de Fazenda Bela Vista. Após sua morte em 1764, seu filho, o Capitão- Mor Cipriano Lopes Galvão Filho, assumiu os negócios, reformou os currais e investiu cada vez mais no comércio do gado. Bela Vista foi ficando casa vez mais movimentada, já que era ponto de encontro comercial de várias partes do estado. Todos os tropeiros e viajantes marcavam suas reuniões nos "Currais Novos do Capitão", nome pelo qual o crescente povoado passou a ser designado.

A partir de 1813, com a morte do seu dono, mudou- se o nome definitivamente para povoado Currais Novos, nome que persiste até os nossos dias, a preferência pelo nome "Currais Novos" fundamenta-se na troca feita pelos moradores,isto é, as pessoas que residiam próximo aos currais velhos existentes no povoado passaram a residir perto dos novos currais.

No início do século XX, surgiu dentre os mais influentes a proposta de mudança do nome para Galvanópolis, em homenagem ao fundador. Tal idéia, apesar de ter ganhado força, não atingiu seu objetivo, uma vez que o próprio nome Currais Novos já relembra toda a origem e história do município.

Da promessa surge a cidade
Imagem de Santa Ana comprada pelo Coronel Cipriano Lopes Galvão para ser colocada no altar-mor na Capela, construída em 1808.
Hino oficial de Sant'Ana, de autoria de Vivaldo Pereira de Araujo (letra) e Maestro Santa Rosa (música), na voz do Coral de Sant'Ana.

No ano de 1755, houve uma grande seca. O Coronel Cipriano Lopes Galvão viu- se muito aflito com a inexistência de água para seu rebanho.

Celestino Alves, em Retoques da História de Currais Novos, nos cita: O Capitão fez uma promessa: se Deus fosse servido para que chovesse e enchesse as cacimbas para escapar o gado, ele erigiria uma capela em homenagem à gloriosa Senhora Santa Ana na sua fazenda. Tal promessa foi feita em 26 de julho, dia em que a água acabou totalmente. Na mesma noite , choveu e os rios e cacimbas encheram, formando um novo poço próximo aos currais, ao qual chamou de Poço de Sant'Ana.

Em 1808, a dita promessa foi cumprida com a construção da capela por seu filho, o Capitão-Mor Cipriano Lopes Galvão, que teve sua autorização outorgada pelo Bispo de Olinda em 24 de fevereiro de 1808, tendo o lançamento da pedra fundamental ocorrido em 26 de julho do mesmo ano pelo padre Francisco Brito Guerra. A doação de meia légua de terras na ponta da Serra do Catunda está registrada em escritura lavrada em 5 de janeiro de 1808.

A partir daí começou a construção acelerada de casas ao redor do templo e surgiu o início da construção da atual zona urbana.

Povoado, distrito, vila e município emancipado

O Totoró ficava na Ribeira do Seridó, pertencente à comarca da Paraíba. Criado o município de Caicó em 31 de julho de 1788, com a denominação oficial de Vila do Príncipe, Currais Novos passou a partencer a Caicó.

Depois da morte do idealizador da capela em 13 de dezembro de 1813, o Capitão Gonsalo Lopes Galvão ficou na chefia das terras e do povoado. Organizou a construção das casas obedecendo o alinhamento de ruas, construiu a primeira casa paroquial e a primeira escola (só para meninos, como era de costume), além de outras obras de urbanização.

Passou então ao município de Acari com a criação deste em 11 de abril de 1833.

Durante o reinado de Dom Pedro II, a povoação foi instituída Distrito de paz, através da resolução provincial nº 301 de 6 de setembro de 1854.

A Vila foi criada e desmembrada de Acari em 15 de outubro de 1890 pelo Decreto Estadual nº 59, do então governador provisório Pedro Velho de Albuquerque Maranhão, com instalação em Sessão Solene realizada no dia 26 de fevereiro de 1891 pelo então presidente da Intendência acariense, O Capitão Cipriano Bezerra de Santa Rosa.

Após o desmembramento, o município de Currais Novos teve sua área delimitada pelo topógrafo Juventino da Silveira Borges. A posse da Intendência foi solenizada pelo Governador do Estado, sendo constituída pelos cidadãos: Laurentino Bezerra de Medeiros Galvão (presidente), seguindo-se dos Conselheiros (no papel de vereadores) Juventino da Silveira Borges, Sérvulo Pires de Albuquerque Galvão Filho, Francisco Bezerra de Medeiros e Moisés de Oliveira Galvão

O município foi elevado à condição de cidade pela Lei nº 486, de 29 de novembro de 1920, sancionada pelo Governador Antônio José de Melo e Souza, no 32º ano da República. Nessa época, a população era de 14 mil habitantes, com 12 ruas, 1 avenida, 2 praças e 3 travessas.

Geografia

Clima

Tipo: clima muito quente e semi-árido, com estação chuvosa atrasando-se para o outono.

Precipitação Pluviométrica Anual: normal: 500 mm observada: 615,1 mm

desvio: 4,6 mm

Período Chuvoso: fevereiro a abril

Temperaturas Médias Anuais: máxima: 33,0 °C

média: 27,5 °C

mínima: 18,0 °C

Umidade Relativa Média Anual: 64%

Horas de Insolação: 2.400

Relevo

Serra do Chapéu.

De 200 a 400 metros de altitude.

Serras: do Chapéu, Vermelha, do Piauí, do Doutor e de São João.

Planalto da Borborema - terrenos antigos formados pelas rochas Pré-Cambrianas como o granito, que se estende pelo Estado, onde encontram-se as serras e os picos mais altos.

Vegetação

A caatinga subdesértica do Seridó é a vegetação mais seca do estado, com arbustos e árvores ralas e de xeroftismo mais acentuado. esse tipo de vegetação tem diversas espécies.

Segundo o Plano Nacional de Combate à Desertificação (PNCD), que define desertificação como a degradação de terras nas zonas áridas, semi- áridas e sub- úmidas, resultante de fatores diversos tais como as variações climáticas e as atividades humanas, Currais Novos está inserido em uma área susceptível em categoria muito grave.

Formação
* Caatinga Hiperxerófila - vegetação de caráter mais seco, com abundância de cactácea e plantas de porte mais baixo e espalhadas.
* Caatinga Subdesértica do Seridó - vegetação mais seca do Estado, com arbustos e árvores baixas, ralas e de xerofitismo mais.

Hidrografia e recursos hídricos
Pico do Totoró e, logo abaixo, o sangradouro do Açude Totoró.

É marcada pela temporariedade de seus rios, ou seja, rios que secam em um período do ano em decorrência do desprovimento de chuvas. No entanto, também existem rios de regime perene ( que não secam )no agreste e no litoral. Dentre os rios que compõem a hidrografia, os principais são: Mossoró, Apodi Assu, Piranhas, Potengi, Trairi, Jundiaí, Jacu, Seridó, Curimataú.

Economia
A cidade cresceu e desenvolveu-se através da criação de gado bovino e teve toda a sua história atrelada a ciclos econômicos bem definidos, sendo o primeiro o ciclo do gado, sucedido pelo ciclo do algodão e depois pelo ciclo da mineração, liderado pela pelo então desembargador Mina Brejuí, fundada em 1943, Thomáz Salustino Gomes de Melo.

Durante décadas a Mina Brejuí foi a maior exportadora de sheelita do hemisfério sul do planeta até quando teve um declínio na década de 1990 e retomou as suas atividades no ano de 2006, voltando novamente a ser um dos maiores exportadores de scheelita do mundo e gerando 200 empregos diretos, com perspectiva de expansão do setor, ligado, também, ao turismo, desenvolvido nos túneis inativos, nas trilhas e no Memorial Tomás Salustino, museu que conta a história da família de mesmo nome e dos tempos áureos da mineração.

O artesanato mineral está em alta e contribui em muito para a divulgação da cidade nacionalmente e internacionalmente.

A pecuária é extensiva, envolvendo, principalmente, a criação de suínos, bovinos, eqüinos, asininos, muares, ovinos, caprinos e coelhos (ainda inexpressiva). A produção de leite bovino e caprino vem se destacando e é uma das maiores regiões produtoras do Seridó.

A agricultura também segue o regime extensivo, muitas vezes de subsistência, envolvendo a policultura. Destaca- se, na horticultura, a produção de coentro, tomate, alface e pimentão. Apresenta limitações muito fortes no uso agrícola, principalmente pela falta d'água, erosão e pelos impedimentos do uso de maquinários, em decorrência do solo pedregoso, rochoso e meio acidentado.

Destaca-se ainda a pesca, a extração vegetal e mineral (principalmente de sheelita) e a silvicultura.

O pólo turístico está em formação, com a abertura de novos hotéis e pousadas e a divulgação emprendida pela Prefeitura Municipal e outros setores nas diversas áreas do país.

Cultura

Música

A tradicional banda de música "Maestro Santa Rosa", há mais de cem anos vem fazendo harmonizando as ruas largas de Currais Novos/RN. Existem também vários repentistas atuantes no município, como é o caso de Zé Lúcio, Zé Omar, entre outros. Os seresteiros também fazem parte do imaginário local. Na Década de 80 a banda Tártaros e a banda Tigres animaram as noites curraisnovenses. Mais recentemente, a banda Almanáará surgiu com uma proposta mais voltada para o rock, com elementos regionais.

Literatura
Os escritores Luís Carlos Guimarães e José Bezerra Gomes ficaram para a história do Rio Grande do Norte como dois grandes escritores. Atualmente, O Grupo Casarão de Poesia (Ponto de Leitura) tem realizado um movimento de valorização da poesia no município. Três de seus representantes, Iara Maria Carvalho, Luma Carvalho e Wescley J. Gama, venceram vários concursos no Estado do RN, como o Concurso Zila Mamede (do Jornal Potiguar Notícias) e o Concurso Luís Carlos Guimarães (Fundação José Augusto).


Atrações Turísticas- Históricas, Culturais e Religiosas

Monumento de Cristo Rei, localizado na praça de mesmo nome.
Imagem de São Joaquim, que está no altar-mor da Matriz de Sant'Ana, ao lado da imagem de Sant'Ana.

* Parque de Vaquejada Dr. Sílvio Bezerra de Melo
* Pedra do Navio com Cruzeiro
* Escola do Sertão
* Complexo Turístico do Totoró
* Canyon e cachoeira dos Apertados - Uma das Sete Maravilhas do RN
* Complexo Turístico da Mina Brejuí
* Praças Cristo Rei e desembargador Tomaz Salustino
o Monumento a Cristo Rei
* Monumento 13 de Maio e praça Aproniano Pereira
* Fundação Cultural José Bezerra Gomes
o Casa do Sertanejo
o Acervo Monsenhor Paulo Herôncio de Melo
o Acervo Monsenhor Ausônio de Araujo Filho
o Espaço e galeria de artes da terra
* Palácio Municipal Prefeito Raul Macêdo
o Salão Nobre
o Galeria dos ex- prefeitos
* Coreto O Guarani
* Cemitério Público Sant'Ana
* Espaço Cultural Monsenhor Ausônio de Araújo Filho
* Matriz da Imaculada Conceição
* Matriz de Sant'Ana.
* Capela de Santa Maria Goretti
* Casa da Cultura Popular
* Grupo Casarão de Poesia - ONG - Ponto de Leitura
* Residência histórica dos Gomes Othon
* Canyon dos Apertados

Esportes

Atletismo

A cidade de Currais Novos foi o berço de alguns grandes nomes no atletismo brasileiro, revelando nomes que hoje são destaque no cenário internacional: o medalhista panamericano e olímpico, Vicente Lenílson; Magnólia Figueiredo, que participou de 3 Jogos Olímpicos defendendo o nosso município, onde morou por muito tempo e Cláudio Richardson.
Currais Novos é um dos maiores celeiros de atletas do Norte e Nordeste dentre os vários atletas que hoje atuam no Sul do país.

Futebol
A cidade possuí um clube de futebol profissional, a Associação Cultural e Desportiva Potyguar Seridoense. O clube foi Campeão Potiguar pela 2ª Divisão em 2007 e atualmente é o vice-campeão do Campeonato Potiguar2009.

Há diversos clubes de futebol amador na cidade, que disputam algumas ligas organizadas entre si, por exemplo, O Matutão, torneio amador realizado anualmente.

Figuras ilustres

* Antônio Othon Filho, escritor e político
* Celestino Alves, escritor e poeta
* José Bezerra Gomes, escritor
* Luís Carlos Guimarães, poeta
* Paulo Herôncio de Melo, sacerdote
* Tomaz Salustino Gomes de Melo, Desembargador e proprietário da Mina Brejuí
* Cel José Bezerra
* Antônio Quintino Filho, professor, escritor, poeta e historiador
* Celione David, cantora

Referências escritas

* ALVES, Celestino. Retoques da História de Currais Novos. Brasília: Gráfica do Senado Federal, 1981.
* SOUZA, Joabel R. de. Sant'Ana, uma bela festa; uma longa história. Currais Novos:s. ed., 2008. Impressão feita sob ajuda do Senador Garibaldi Alves Filho

Referências

1. ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
2. ↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de agosto de 2009.
3. ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
4. ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Currais_Novos

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

ACARI -REDESCOBRINDO AS CIDADES DO MEU RN.

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Acari é um Município Brasileiro do Estado do Rio Grande do Norte localizado na região do Seridó, na Microrregião do Seridó Oriental, na Mesorregião Central Potiguar e no Pólo Seridó. De acordo com o censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano 2000, sua população é de 11.189 habitantes, sendo 8.841 residentes na área urbana e 2.348 na zona rural. Área territorial de 610,3 km².
É conhecida como "A Cidade Mais Limpa do Brasil". A altitude é de 270 m acima do nível do mar e a distância rodoviária até a capital é de 201 km.

História
Açude Gargalheiras, transbordando durante a cheia de janeiro de 2004. É um dos pontos turísticos da cidade.
Inicialmente habitado pelos índios Cariris, a povoação atual teve início no século XVIII, com a expansão das fazendas de gado ao longo dos rios da região, com principal destaque ao Sargento- Mor Manuel Esteves de Andrade, vindo da Serra do Saco e Tomás de Araújo Pereira, português natural do Minho que se estabeleceu na fazenda Picos por volta de 1750.
Em 1737, deu- se a fundação da capela de Nossa Senhora da Guia por requerimento ao Bispo de Olinda feito por Manuel Esteves de Andrade. A dita capela tornou-se matriz quando da criação da paróquia do Acari em 13 de março de 1835, sendo posteriormente dedicada a Nossa Senhora do Rosário quando da fundação da nova e sustuosa Matriz no alto da colina em 1863.

A criação do município se deu através de Resolução do Conselho do Governo do dia 11 de abril de 1835, quando se efetivou a emancipação do município de Caicó.
De acordo com o IDEMA, há dois tipos de solo na área do município: litólicos eutróficos e bruno não cálcico. Sua aptidão para a atividade agrícola é regular e restrita para pastagem natural. Nas áreas correspondentes a bruno não cálcico, as terras são aptas para culturas especiais de ciclo longo (algodão arbóreo, sisal, caju e coco). Na parte centro / norte as terras são indicadas para preservação da fauna e flora ou para recreação.
O ponto mais alto do município é a Serra Bico de Arara, a 654 metros.

Economia
Baseada na agricultura, na pecuária e no setor de serviços. De acordo com dados do IPEA do ano de 1996, o PIB era estimado em R$ 8,33 milhões, sendo que 39,0% correspondia às atividades baseadas na agricultura e na pecuária, 15,0% à indústria e 46,0% ao setor de serviços. O PIB per capita era de R$ 761,19.
Em 2002, conforme estimativas do IBGE, o PIB havia evoluído para R$ 29,207 milhões e o PIB per capita para R$ 2.598,00.

Dados estatísticos
Educação
Dentre os projetos do Plano de Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação, executado pelo INEP, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, na Região Nordeste, Estado do Rio Grande do Norte, as Escolas Públicas Urbanas estabelecidas no Município de Acari obtiveram os seguintes IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), em 2005:
IDEB, escola e ranking estadual
Nota Escola Ranking
4,9 Escola municipal Terezinha de Lourdes Galvão 2º
3,9 Escola estadual Tomaz de Araújo 21º
• Analfabetos com mais de quinze anos: 25,00% (IBGE, Censo 2000).

Saúde
• 50 leitos hospitalares, todos conveniados ao SUS (2003, IBGE).
• Mortalidade infantil: 45,5 p/mil (Ministério da Saúde/1998).
• Esperança de vida ao nascer: 68,7 anos (IBGE, Censo 2000).

Acarienses famosos
• Dom Eugênio Salles, Cardeal e Arcebispo Emérito do Rio de Janeiro.
• Aparício Fernandes, poeta e trovador.
• Vicente Paulo da Silva, "Vicentinho do PT", deputado federal pelo PT no estado de SP.
• Paulo Bezerra (Dr. Paulo Balá), escritor missivista, membro da Academia Norteriograndense de Letras - ANL.
• Jesus de Miúdo, poeta, escritor contista e cronista.
• Milton Dantas(Jabá) - Músico Baixista componente da Banda do Cantor Daniel
• Des. Silvino Bezerra (falecido) - juiz, desembargador, presidente da OAB/RN, membro do TRE/RN (1ª fase)

Referências
1. ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
2. ↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de agosto de 2009.
3. ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
4. ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Acari_(Rio_Grande_do_Norte)



Prezado Joaquim. Tudo bem?
Quero esclarecer somente uma coisa, antes de agradecê-lo pela atenção dispensada ao nosso Acari, um amor de todos nós, em seu site www.joaquimtur.blogspot.com.
Não sei em qual informação o IBGE se arrimou para nos dá 45 mortes em mil nascimentos. O fato é que o número não condiz com a nossa realidade. Talvez por ser antigo - 1998 - e já com 12 anos. Se bem que há décadas nosso números não são tão assombrosos quanto os divulgados. Infelizmente não tenho os dados atuais, mas empenharei esforços a fim de conseguir tais números e enviá-los para a devida alteração.
Ademais eu sei que há uma década Acari recebe quase todos os anos o Selo da Unicef justamente pelo excelente trabalho desempenhado em nosso Hospital Maternidade e pelo baixo índice de mortalidade infantil que nós temos em nosso município.
Fica, portanto, o meu esclarecimento, alinhado aos agradecimentos pelo espaço dado à nossa terra, no momento que me disponibilizo para quaisquer ações de sua empresa em nosso chão, bem como me coloco à sua disposição para qualquer informação sócio-cultural e histórica, passada e presente em nossa terra.
Também agradeço pela forma carinhosa pela qual você tratou o meu nome no mesmo espaço.
Atenciosamente,

Jesus de Miúdo - www.acaridomeuamor.nafoto.net