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sábado, 27 de março de 2010

QUEM ACREDITA SEMPRE ALCANÇA!!!

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SALVE RENATO!!!
“É tão estranho, os bons morrem jovens...” o hit Love in The Afternoon, composto por Renato Russo para sua banda Legião Urbana, hoje descreve sua própria trajetória e alimenta a saudade de seus milhares de fãs.Renato Mandredini Júnior nasceu em 27 de março de 1960 no Rio de Janeiro. O cantor e compositor, que embalou multidões ao som de Pais e Filhos, completaria 50 anos em 2010.
Foto: (Divulgação)
Conhecido como Renato Russo, uma maneira que o músico encontrou de homenagear Jean-Jacques Rousseau e Bertrand Russel, o carioca, que passou sua adolescência em Brasília, é considerado um dos mais importantes compositores do rock nacional.
Renato, suas canções e indignações ficaram conhecidos a partir de 1978 por meio de sua primeira banda, Aborto Elétrico, que durou 4 anos e deu origem ao conjunto de Dinho Ouro Preto, Capital Inicial. Por conta desta experiência, e da influência de Sex Pistols, o cantor adquiriu uma forte tendência punk.Mas foi em 1982 que Renato deu o maior passo para a história da música nacional com a formação da Legião Urbana, ao lado de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá. O primeiro CD contava com o baixista Renato Rocha em sua composição. Com um estilo musical mais próximo do pop rock a banda se popularizou e embalou toda uma geração de adolescentes com Eduardo e Mônica, Índios e com a ironia bem elaborada de Faroeste Caboclo e Perfeição.Com um repertório rico e de grande conhecimento geral, as músicas da banda traziam trechos Bíblicos, referências ao poeta nacional Cazuza, Beatles, Camões e, mais importante que isso, traduzia o sentimento de dor, euforia e a busca por um lugar no mundo, típico de toda juventude. Literalmente Renato guiou uma Legião.Dono de uma personalidade forte e conflitante, o músico demonstrava toda sua fúria em palavras fortes e atitudes polêmicas no palco. Renato brigava com o público, cantava o que queria e quando queria e admitiu inúmeras vezes que compunha o que sentia, ser popular foi só uma consequência.
Foto: (Divulgação)Entre os episódios marcantes de seus shows estão o do estádio Mané Garrincha, em Brasília, em 1988, quando Renato deixou o palco irritado com o atraso para o início do show e com a desordem do público que depredou o estádio deixando 500 pessoas feridas; e em 1995, em Santos, quando o cantor foi atingido por uma latinha e permaneceu deitado no palco por 45 minutos. Foi a última apresentação da banda.Sua ousadia não se resumiu aos palcos. Aos 18 anos, Renato assumiu para sua mãe sua bissexualidade e em, 1988, em uma atitude, na época extrema, assumiu publicamente. Entre suas paixões está o músico norteamericano Robert Scott Hickman, conhecido como o grande amor de sua vida. Mas o maior amor da vida do compositor estava por vir. Giuliano Mandredini, único filho do cantor, é fruto de um caso discreto e relâmpago. Hoje, aos 20 anos, Giuliano, criado por sua mãe desde a morte de Renato, trabalha como artista e produtor musical.O polêmico, culto, irreverente e irado Renato Russo faleceu em 11 de outubro de 1996 em seu apartamento na zona sul do Rio de Janeiro vítima de complicações do vírus HIV. Com apenas 45 quilos, debilitado, jovem, inconstante, sensível e corajoso... Completamente Renato!
* Fonte:http://msn.onne.com.br/cultura/materia/12708/salve-renato

sábado, 12 de dezembro de 2009

ENTÃO É NATAL... E O QUE VOCÊ FEZ???!!!

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

PARA RIR UM POUCO...

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

O VELHO SOLAR

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

2º SARAU POÉTICO DA ESMARN

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sábado, 7 de novembro de 2009

QUANDO CHORAR PEGA BEM

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Pesquisa revela que as lágrimas podem reforçar os vínculos sociais e comunicar sentimentos. Mas são proibidas em alguns ambientes

Carina Rabelo

FOTOS: FABIANO ACCORSI/AG. ISTOÉ
CROCODILO Luiz Lucca já simulou o choro em diversas situações

Quando a garganta trava e os olhos ficam umedecidos, muitos engolem o choro ou enxugam as lágrimas discreta e rapidamente, para evitar a exposição pública. Aprendemos desde cedo que chorar é sinal de fraqueza, imaturidade e despreparo para lidar com a realidade. Mas os efeitos sociais do choro nem sempre são negativos. A pesquisa "Trust in a teardrop" ('Confie numa gota de lágrima'), desenvolvida pela Universidade de Tel Aviv, revela que ele reforça vínculos interpessoais, funciona como um pedido de ajuda e pode amansar um inimigo. "É uma forma de obter a misericórdia do antagonista, conquistar a simpatia dos demais e criar intimidade", diz o psicólogo Oren Hasson, autor do estudo. O assistente judiciário Felipe Bullara, 28 anos, conhecido como 'aquele que chora por tudo', construiu relações sólidas a partir da sensibilidade declarada. É visto como o amigo que se envolve com os problemas dos outros, o filho e irmão atuante na dinâmica familiar e o namorado sensível. "As pessoas se abrem comigo", diz. "Sabem que sou verdadeiro."

A confiança social é construída a partir de uma premissa básica. Quem chora é capaz de elaborar conflitos internos, portanto, é visto como alguém que sabe se colocar no lugar dos demais. "Quando nos projetamos nos conflitos dos outros, nos tornamos mais sensíveis aos dramas humanos e mais confiáveis", afirma a psicóloga Dorli Kamkhagi, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Mas onde chorar pega mal? Lágrimas no ambiente de trabalho são unanimidade negativa. "Nessa situação, pode parecer manipulador. Sugere que a pessoa está fazendo drama", afirma a consultora de RH Bábara Demange, da D.A Consulting. Diante de pessoas de outras culturas também pode ser mal interpretado.

"Os latinos têm mais facilidade de expressar sentimentos", diz Bárbara. "Já entre os europeus, o choro é familiar, íntimo. Não se emociona na frente de estranhos."

Na cultura brasileira, o choro é mais do que um símbolo social de vínculo e confiança - a falta dele projeta a imagem de frieza e desapego. O ato valida emoções comuns a um grupo e comunica um sentimento coletivo. "As lágrimas podem significar um sinal de apaziguamento e da necessidade de união em momentos de dor", afirma Hasson, autor do estudo. Em situações de luto, são quase obrigatórias - funcionam como termômetro para confirmar o sofrimento. O critério pode ser injusto com aqueles que não choram nunca. É o caso da empresária Patricia Strebinger, 40 anos. "Nem me lembro da última vez que chorei", diz. Ela é vista com ressalvas pelos familiares quando visita um parente internado no hospital ou vai a um enterro. "As pessoas pensam que não sofro."

FOTOS: FABIANO ACCORSI/AG. ISTOÉ

O choro já foi o objeto de outros trabalhos. A pesquisa "The psychology of crying" (A psicologia do choro), divulgada em dezembro de 2008 pelas Universidades do Sul da Flórida e de Tilburg (Holanda), revela que 70% dos três mil entrevistados constataram benefícios psicológicos e melhorias no humor após se debulharem em lágrimas. Aqueles que receberam suporte emocional durante a crise, se sentiram ainda mais aliviados. O estudo também analisou artigos científicos dos últimos 140 anos sobre o tema e concluiu que 94% deles defendem os benefícios das lágrimas e os riscos da supressão. Quem chora pede por ajuda, reconhece uma dor e quer mudar a sua condição.

"O choro é um compromisso com a vida", afirma o psicólogo Jeffrey Kottler, autor de 'A Linguagem das Lágrimas' (Ed. Makron Books), um dos maiores tratados sobre o assunto.

*Fonte:http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2087/artigo155579-1.htm

sábado, 31 de outubro de 2009

ORAÇÃO FORTE CONTRA BRUXAS E BRUXOS!!!

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Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem, nem pensamentos eles possam ter para me fazerem mal. armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem ao meu corpo chegar, cordas e correntes se quebrem sem ao meu corpo, amarrar.
São Jorge, cavaleiro corajoso, intrépido e vencedor; abre os meus caminhos. ajuda-me a conseguir um bom emprego; faze com que eu seja bem quisto por todos: superiores, colegas e subordinados. que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração , no meu lar e no meu serviço; vela por mim e pelos meus , protegendo-nos sempre , abrindo e iluminando os nossos caminhos , ajudando-nos também a transmitirmos paz, amor e harmonia a todos que nos cercam. amém.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

PARABÉNS!!! ALCINA HOLANDA/SINE-RN

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PARABÉNS PELO NIVER!!! E PELO TRABALHO REALIZADO A FRENTE DO SINE/RN, DESENVOLVENDO ASSIM EMPREGO E RENDA A MUITOS DE NOSSOS IRMÃOS NORTE RIOGRANDENSES!!!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

CASAMENTO DURADOURO, PRA RIR UM POUCO!!!

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Como ter um Casamento duradouro

Um casal foi entrevistado num programa de televisão, porque estavam casados há 50 anos e nunca tinham discutido. O repórter curioso pergunta à mulher:
- Mas vocês nunca discutiram mesmo?
- Não - responde a mulher.
- Como é possível isso acontecer?
- Bem, quando casámos o meu marido tinha uma égua de estimação. Era a criatura que ele mais amava na vida.
No dia do nosso casamento, fomos de lua-de-mel na nossa carroça puxada pela égua. Andámos alguns metros e a égua, coitada, tropeçou. O meu marido olhou bem para a égua e disse:
- Um.
Mais alguns metros e a égua tropeçou novamente. O meu
marido olhou para a égua e disse:
- Dois.
Na terceira vez que ela tropeçou, ele sacou da espingarda e deu uns cinco tiros na bichinha. Eu fiquei apavorada e perguntei:
- Seu ignorante desalmado, porque é que tu fizeste uma coisa dessas homem? O meu marido olhou para mim e disse:
- Um.
Depois disso nunca mais discutimos.

sábado, 24 de outubro de 2009

Eu quero ficar sozinho.

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É cada vez maior o número de pessoas que vivem sós. Mas isso não significa necessariamente sofrimento. Conheça os segredos dos solitários que são felizes

No lugar das tradicionais e efusivas discussões familiares, o jantar é marcado pelo tilintar de apenas um par de talheres. Em vez de crianças eufóricas correndo pela casa, os corredores estão vazios e silenciosos. Antes de dormir, não há companhia para ver tevê. A tendência é mundial. Cada vez mais homens e mulheres moram sozinhos. Na Inglaterra, o índice de domicílios habitados por uma única pessoa é de 30%. Nos Estados Unidos, alcança os 25% - em Nova York, a meca dos solteiros, mais da metade da população (50,6%) vive só. No Brasil, o número de indivíduos que moram sem companhia também aumenta a cada ano. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2008, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 11,6% dos brasileiros não dividem o teto com ninguém. Há dez anos, esse índice era de 8,4%.

Até recentemente, o "morar só" era inevitavelmente relacionado a "ser só". E essas pessoas, geralmente com problemas de relacionamento ou idosos, carregavam o estigma de isoladas e abandonadas. Hoje, essa condição virou um estilo de vida, graças a um boom de jovens que têm deixado a casa dos pais em busca das tão almejadas liberdade e autonomia. Segundo uma corrente de cientistas sociais com voz cada vez mais ativa, quem mora sozinho é menos solitário do que se supunha e desfruta da vida em comunidade. "Muitos são jovens independentes, que consideram isso uma conquista", diz o sociólogo e cientista político Antonio Flávio Testa, professor da Universidade de Brasília (UnB). "Eles batalharam para ter seu canto e não se sentem sozinhos porque têm o apoio de familiares e amigos."

Rotina A vida agitada das grandes cidades contribui para o desejo das pessoas de se isolar

A tendência começou a ser moldada há duas décadas na Europa. Naquela época, os países desenvolvidos registravam um aumento significativo na expectativa de vida de seus cidadãos. Com isso, os idosos passaram a ter uma vida autônoma. Na maioria das vezes, eram senhores (as) viúvos (as). O perfil desse morador está se transformando, especialmente nos grandes centros urbanos, onde é comum ver jovens independentes partindo para uma vida solo. Não é, necessariamente, uma condição definitiva.

Ao encontrar um parceiro, eles deixam para trás os dias de egoísmo, as vantagens de não ter de dar satisfação a ninguém e o conforto de ter uma casa só deles para dividir o espaço das escovas de dente e constituir família. No Brasil, a maioria dos moradores solitários continua sendo a população mais velha - 40% têm mais de 60 anos. Mas as faixas etárias mais jovens estão ganhando espaço: 11,4% deles têm entre 20 e 29 anos e 13,2%, entre 30 e 39 anos. "O ato de morar sozinho, que outrora evocava debates sobre solidão, começa a ser associado a melhores condições de vida", analisa a socióloga Ana Lúcia Sabóia, do IBGE.

REDE Amigos ajudaram Susane Rabelo a superar um divórcio

O empresário Célio Ashcar Jr. é um representante desta tendência. Aos 33 anos, ele vive só e feliz num apartamento no bairro da Vila Olímpia, zona sul de São Paulo. Até 2003, morava com o pai. Assim que se tornou sóciodiretor da agência de promoção e eventos na qual trabalhava, se sentiu seguro para partir para morar só. "Minha casa é meu templo, onde recarrego as energias e pesquiso referências para o meu trabalho", diz ele. Ashcar adora sua rotina, especialmente pela liberdade que conquistou. "Não tenho horário para chegar em casa, por isso seria impossível comparecer a jantares com hora marcada", diz.

Com uma maior inserção no mercado de trabalho, o contingente feminino também conquistou sua independência. Até alguns anos atrás, a mulher que morava sozinha era estigmatizada, carregava a pecha de mal-amada ou abandonada. "Hoje, aceitamos melhor quem faz essa opção", diz Henriette Morato, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). "É preciso se descobrir e curtir, antes de casar e engravidar. É uma fase muito importante."

A exemplo de Sampaio, é bastante comum que pessoas com muitos amigos virtuais em redes sociais, como Orkut, Facebook e MySpace, sintam-se isoladas, sem alguém para falar sobre assuntos íntimos. "A internet conforta o solitário apenas num primeiro momento, pois ele se sente integrado a um grupo", diz Caccioppo, que também estuda este tema. "Mas, com o tempo, o bem-estar se esvai, porque ele percebe que as relações não se aprofundam e isso traz mais infelicidade." Para Cacioppo, as redes sociais são positivas quando servem de suporte às amizades, e negativas quando se tornam a principal via de comunicação entre as pessoas.

SINAL A solidão é um tipo de alarme, que soa quando a coesão do grupo é necessária

Conseguir se integrar a outra cultura, com códigos, expectativas e pressupostos diferentes, é um dos grandes desafios do ser humano. O lutador Glover Teixeira, 29 anos, que nasceu no Brasil, mas mora nos Estados Unidos desde 1999, sofreu com a maneira de viver, individualista e solitária, dos americanos. "Por ser latino, eu achava que teria mais facilidade para fazer amizades lá", diz. "Mas a verdade é que foi muito difícil, pois eles são muito fechados." Atualmente, Teixeira tem três amigos fiéis, todos nascidos nos Estados Unidos, o que considera uma grande conquista. Um estudo revelou que os americanos estão cada vez mais sozinhos, sem ter com quem compartilhar seus dramas pessoais.

A pesquisa The American Sociological Review revela que, em 1985, os americanos tinham em média três pessoas a quem podiam confiar sua intimidade. Em 2004, esse número caiu para dois indivíduos. O trabalho mostra ainda que, nesse período, o total de americanos sem alguém para abrir o coração subiu de 10% para um quarto da população.

RECOMEÇO Glover Teixeira foi viver nos EUA e fez novas amizades

Segundo Cacioppo, assim como a fome, a solidão é um tipo de alarme, que soa sempre que a coesão do grupo se torna necessária. "Nossos ancestrais se reuniam para se defender de ataques de predadores", diz o pesquisador. "Hoje, nos estressamos por razões diferentes e precisamos dos outros por motivos distintos, como para organizar a nossa rotina, para prosperar ou mesmo sobreviver." De acordo com o sociólogo Antonio Flávio Testa, da UnB, ao se sentir sozinho, o indivíduo saudável não paralisa. "Ele sai de casa, vai à balada, recorre à igreja, busca ajuda profissional", diz. "Quem se sente só e não se movimenta, sofre de alguma patologia, como depressão."

Há pessoas que se sentem sozinhas cercadas por uma multidão e as que ficam à vontade até mesmo na aridez de um deserto - e aí, quase não faz diferença se a pessoa divide ou não o mesmo teto com alguém. "A solidão não é uma condição, é um sentimento", diz a psicóloga Magda Maetta. "Ela é vivida por cada um de maneira particular." O psicanalista e doutor em psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Sergio Cwaigman Prestes afirma que a dificuldade em ficar sozinho pode estar relacionada a conflitos de personalidade. "Geralmente, são pessoas que não aceitam alguma característica sua", diz.

RAIZ Viver sozinho é uma tendência que começou a ser moldada há 20 anos na Europa

A solidão traz sérios riscos à saúde de quem sofre seus dissabores. De alguns anos para cá, uma série de estudos vem sendo publicada sobre o sentimento e suas consequências mentais e físicas (leia quadro). O mais recente deles, realizado pela Universidade de Cornell (EUA) e divulgado em março, revela que idosos solitários apresentam mais problemas mentais e físicos do que velhinhos que têm companhia. Pessoas nessas condições desenvolvem baixa autoestima, que pode virar depressão. Além disso, idosos desacompanhados correm mais risco de sofrer quedas ou de esquecer de tomar sua medicação.

Outro estudo, de fevereiro, compara os males da solidão com os relacionados à obesidade e ao fumo. Nesse caso, os riscos em comum são pressão alta, imunidade baixa e insônia. O sentimento também dificulta a cura do câncer. Viver só não significa estar condenado à solidão. O saudável é equilibrar os momentos de isolamento e reclusão com os de interação com a família e amigos. Assim, é possível ser feliz sozinho.

* Matéria na íntegra:http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2085/artigo154639-3.htm

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

NOVIDADE BOA!!! Professores já podem comprar notebooks

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Pouco mais de um mês após ter sido implementado em caráter experimental em cerca de 30 cidades brasileiras, o Programa Computador Portátil para Professores será estendido para todo o país. O anúncio será feito hoje, Dia do Professor. Os computadores comprados pelos professores serão entregues pelos Correios na casa do docente ou na própria escola. A iniciativa faz parte do Programa Brasileiro de Inclusão Digital, do governo federal, e permite que professores das redes pública e privada de educação básica, profissional e superior de instituições de ensino credenciadas no Ministério da Educação (MEC) comprem um notebook em condições facilitadas.

O valor máximo do equipamento financiado não deve ultrapassar R$ 1,4 mil e pode ser escolhido pelo próprio interessado no site da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), responsável pelo logística de distribuição e entrega dos pedidos. O modelo mais simples tem configuração mínima de 1 gigabyte de memória RAM, com memória de armazenamento de 160 gigabytes. Mais do que suficiente para armazenar o conteúdo das aulas de todo ano letivo, informa Nelson Fujimoto, assessor de Inclusão Digital da Presidência da República. Os computadores permitem o acesso a internet, onde haja rede instalada, trazem periféricos como webcam e gravador de CD e rodam software de uso livre como editores de texto e de planilhas. Inicialmente serão vendidos computadores das marcas Positivo e CCE (Digibrás). Para adquirir um notebook, o professor deve procurar uma loja dos Correios que opere com o Banco Postal (Bradesco) ou agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. É preciso apresentar uma declaração da instituição de ensino na qual trabalha, contracheque, RG, CPF e comprovante de residência. Além do pagamento à vista, opção disponível apenas nas agências dos Correios, há duas formas de financiar os equipamentos: mediante empréstimo ou por meio de consignação, modalidade que permite o desconto das parcelas no contracheque. Ambas as opções dependem da análise de crédito pelo banco escolhido. Os prazos de pagamento, taxas de juros e critérios de análise do financiamento variam de instituição de bancária. Os professores poderão comprar computadores portáteis em até 36 prestações. Serviço Shopping Correios http://shopping.correios.com.br/wbm/shopping/script/

terça-feira, 13 de outubro de 2009

ESPAGUETE & FERRUGEM - VOLTAM AO PQ DAS DUNAS

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Diante do sucesso das apresentações da dupla de palhaçosEspaguete & Ferrugem na Semana da Criança no Parque das Dunas, a produção do projeto Bosque Encena convida-os para mais uma apresentação nesse próximo domingo quando eles mostrarão sua versatilidade em um novo espetáculo para as crianças de todas as idades.

Bosque Encena: Espaguete & Ferrugem
Local: Anfiteatro Pau-brasil - Parque das Dunas
Dia: 18 de outubro - domingo
Hora: 10h30
Preço: R$ 1,00 (um real)
Mais informações: 3201 4440

PRINCESA DOS POETAS DO VALE VERDE

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LÚCIA HELENA TEM SIDO TEMA DE MONOGRAFIAS E TESES DE MESTRADO E DOUTORADO AO LONGO DO TEMPO. DESTA FEITA, A CONCLUINTE DO CURSO DE HISTÓRIA DA UVA (UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ) - MÁRCIA FERREIRA XAVIER -ESCOLHEU-A COMO TEMA CENTRAL DA SUA MONOGRAFIA DE FINAL DE CURSO,

INTITULADA:

"LÚCIA HELENA PEREIRA - PRINCESA DOS POETAS DO VALE VERDE"

13 DE OUTYBRO DIA DO FISIOTERAPEUTA

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sábado, 10 de outubro de 2009

MARCHA MUNDIAL PELA PAZ, A JOAQUIMTUR ACREDITA NESTA IDÉIA!!!

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MARCHA MUNDIAL PELA PAZ E A NÃO-VIOLÊNCIA!!!

A JOAQUIMTUR ACREDITA E É UMA DAS PRIMEIRAS EMPRESAS NO RN A ADERIR ESTA CAUSA TÃO NOBRE!!!
JOAQUIM JR.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

"Escola pública não é lugar de religião"

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Acordo aprovado no Senado, que estabelece obrigatoriedade do ensino religioso na rede pública, fere a Constituição Federal

Roseli Fischmann, Foto: Marina Piedade

ROSELI FISCHMANN: "Em relação
ao ensino religioso em escolas
públicas, será instalada uma mixórdia
que abre a possibilidade
de interpretações discordantes"

Mais sobre diversidade na escola

Reportagem

Foi aprovado pelo Senado brasileiro na última quarta-feira, 7 de outubro, o acordo firmado pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva e a Santa Sé, em novembro do ano passado, que estabelece a obrigatoriedade do oferecimento de ensino religioso pelas escolas públicas brasileiras. Diz o parágrafo 1 do Artigo 11: "O ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição e as outras leis vigentes, sem qualquer forma de discriminação."

"Se essa lei for sancionada pelo presidente, nossa constituição será violada", afirma a professora Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Metodista, de São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista. Perita da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para a Coalizão de Cidades contra o Racismo e a Discriminação, responsável pelo capítulo sobre pluralidade cultural dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), coordenadora do grupo de pesquisa Discriminação, Preconceito e Estigma, vinculado à USP, e do Núcleo de Educação em Direitos Humanos, da Universidade Metodista e autora do livro Ensino Religioso em Escolas Públicas: Impactos sobre o Estado Laico, Roseli critica o acordo e fala, nesta entrevista a NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR, sobre as diversas e sempre irregulares maneiras de manifestação religiosa no cotidiano escolar.

O acordo assinado pelo presidente Lula com o Vaticano em 2008, que estipula a obrigatoriedade do ensino religioso nas escolas públicas, foi aprovado pelo Senado. E agora?
ROSELI FISCHMANN É importante ressaltar que o documento assinado pelo presidente da República prevê vários privilégios para a Igreja Católica: benefícios adicionais em termos de verbas públicas e ações com impacto sobre a cidadania, como a supressão de direitos trabalhistas para sacerdotes ou religiosos católicos, e a inclusão de espaços para templos católicos em planejamentos urbanos. Nesta entrevista, nos interessa o artigo sobre a obrigatoriedade “do ensino religioso católico e de outras confissões religiosas”, como está no texto. Mesmo fazendo menção a outras crenças, o acordo manifesta uma clara preferência por uma religião, o que obriga as escolas a adotar uma determinada confissão, e isso é inconstitucional. O Ministério das Relações Exteriores defende a iniciativa dizendo que não há problema, já que ela apenas reúne aquilo que já existe. Mas isso não é verdade.

Esse artigo poderia ter sido corrigido pelos parlamentares?
ROSELI Eles poderiam ter rejeitado o acordo. Quaisquer propostas de ressalvas precisariam ser revistas pelo Executivo e, como o documento tem caráter internacional e bilateral, nada poderia ser mudado sem a concordância do Vaticano. Ou seja, ficamos amarrados, o que caracteriza uma perigosa interferência no processo legislativo.

Com o acordo em vigor, o que pode acontecer nas escolas?
ROSELI
Em relação ao ensino religioso em escolas públicas, será instalada uma mixórdia que abre a possibilidade de interpretações discordantes. Ainda que mencionado o caráter facultativo para o aluno, está criada uma obrigatoriedade do ensino católico, o que não existe nem na Constituição nem na LDB. E a nossa Constituição está sendo violada.

Por que misturar escola com religião é ilegal?
ROSELI No artigo 19 da Constituição, há dois incisos claros. O primeiro afirma ser vedado à União, aos estados, aos municípios e ao Distrito Federal “estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público”. O outro proíbe “criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si”. Ambos são os responsáveis pela definição do Estado laico, deixando-o imparcial e evitando privilegiar uma ou outra religião, para que não haja diferenças entre os brasileiros. Ora, se o Estado é laico, a escola pública – que é parte desse Estado – também deve sê-lo.

E as leis educacionais?
ROSELI
Na própria Constituição, o artigo 210, parágrafo 1º, determina o ensino religioso “facultativo para o aluno, nos horários normais das escolas públicas de Ensino Fundamental”, o que pode se considerar como parte da tal ressalva da “colaboração ao interesse público”, citada na resposta acima. Já o artigo 33 da LDB diz que “os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos conteúdos do ensino religioso”. Ou seja, essa entidade civil, a ser determinada, ou até criada, deve colaborar com a Secretaria de Educação em cada estado ou município. Isso é problemático porque quem quiser que a sua própria religião seja ensinada será obrigado a associar-se a essa entidade, ou não será sequer considerado no diálogo com o Estado, tendo assim violada sua liberdade de associação– um direito garantido pela Constituição.

A lei deixa margem a dúvidas?
ROSELI
Alguns termos deixam sim. O que se considera “horário normal da escola”? O tempo que a instituição passa aberta ou aquele em que a criança efetivamente estuda? Uma coisa é certa: a lei é explícita ao declarar que o ensino religioso é facultativo. Porém o que se vê são escolas públicas desrespeitando a opção das famílias e professando, irregularmente, uma fé no ambiente educacional.

Como essa questão é tratada em outros países?
ROSELI Nos Estados Unidos, simplesmente não há ensino religioso em escolas públicas, de nenhum nível. A Revolução Francesa ensinou a relevância da laicidade e hoje o país debate para preservar o Estado laico. Portugal está saindo gradativamente de um acordo que o ditador Antonio Salazar assinou com a Santa Sé em 1940 e aboliu o ensino religioso das escolas públicas.

Como a religião está presente no cotidiano da escola pública brasileira?
ROSELI Ela aparece, sempre de forma irregular, das mais diversas maneiras: o crucifixo na parede, imagens de santos ou de Maria nos diversos ambientes, no ato de rezar antes da merenda e das aulas, na comemoração de datas religiosas. Alguns professores chegam a usar textos bíblicos como material pedagógico para o ensino da Língua Portuguesa ou para trabalhar conteúdos de outras disciplinas. É um equívoco chamar essa abordagem de “transversal” porque quem faz isso enxerta conteúdo de uma disciplina facultativa numa obrigatória.

Atitudes como essas podem ser consideradas desrespeitosas mesmo quando a maioria dos alunos é adepta da mesma religião?
ROSELI Não importa se a escola tem só um estudante de fé diferente (ou ateu) ou se 100% dos alunos e funcionários compartilham a mesma crença. A escola é um espaço público e deve estar preparada para receber quaisquer pessoas com o respeito devido.

Termos religiosos, como “graças a Deus” e “nossa” (que vem de Nossa Senhora), são usados até por quem afirma não professar nenhuma fé. Não é isso que, de alguma forma, ocorre nas escolas?
ROSELI Há expressões que são culturais e as pessoas não param para pensar se estão dizendo algo com sentido religioso. Isso é observável também em outras línguas, como o gee, do inglês, pela inicial do nome da divindade (god). Dificilmente um ateu deixará de ser ateu porque disse “nossa”. Porém o que se vê nas escolas públicas brasileiras é muito diferente. O que se faz lá fere a lei.

Com o aumento do número de evangélicos, as práticas dessa religião também aparecem nas escolas públicas?
ROSELI A grande presença no interior das escolas brasileiras ainda é a de práticas católicas. De outros grupos, o que existe muitas vezes é a manifestação de valores e atitudes, voltadas para garantir respeito à sua identidade religiosa, para se defender de tentativas de imposição, notadamente dos católicos.

Muitas escolas tratam de temas religiosos com os jovens alegando que isso ajuda a combater a violência.
ROSELI A religião não impede a violência. A ideia de que ela sempre faz bem é equivocada. Basta lembrar que grande parte das guerras teve origem em conflitos religiosos. Na escola, a violência deve ser combatida com o ensino ao respeito e ao reconhecimento da dignidade intrínseca a todos, não com o pensamento de que apenas as pessoas que acreditam na mesma divindade merecem consideração.

Por que é importante separar a religião do cotidiano escolar?
ROSELI
A escola pública não pode se transformar em centro de doutrinação ao sabor da cabeça de um ou de outro. O espaço público é de todos. Além disso, o respeito à diversidade é um conteúdo pedagógico. É importante aprender a conviver com as diferenças e a valorizá-las e não criar um ambiente de homogeneização, em que aquela pessoa que não se enquadra é deixada à parte ou vista com desconfiança e preconceito.

Como deve agir o gestor escolar para evitar irregularidades?
ROSELI
O diretor da escola pública tem uma missão importante: fazer daquele espaço um lugar efetivamente para todos. Para tanto, o ensino religioso só deve existir se houver um requerimento dos pais solicitando-o. Caso contrário, não pode nem estar na grade. E, para que os filhos sejam matriculados na disciplina, é preciso que a família dê uma autorização por escrito. Os alunos não podem, em hipótese alguma, ser obrigados a frequentar essas aulas. As horas dedicadas à religião não devem ser computadas no histórico escolar para que os não-matriculados não tenham registrada uma carga horária menor do que os outros. O ideal é que o ensino religioso, quando houver, seja oferecido no contraturno. Nesse caso, cabe à escola disponibilizar outra atividade não religiosa no mesmo horário para configurar o caráter facultativo e a igualdade entre todos os alunos.

O que os pais podem fazer caso sintam que a escola está desrespeitando a liberdade religiosa?
ROSELI
Tanto o Conselho Tutelar quanto o Ministério Público têm como função garantir o cumprimento das leis, inclusive as educacionais, e qualquer um desses órgãos pode ser acionado por quem achar que está tendo seus direitos violados.

As escolas confessionais e as particulares podem professar a sua fé?
ROSELI
Sim. Os pais têm o direito de escolher a formação que querem dar aos filhos. A primeira LDB, de 1961, reconheceu (após muita polêmica) que deveria haver escolas particulares e, com elas, as confessionais, o que persiste até hoje. Na época, pensou-se no que fazer quando a família não tem condições financeiras para colocar a criança nessas instituições. Foram criadas então as bolsas de estudo, que são a origem do sistema de filantropia nas escolas. Porém essas escolas precisam seguir os PCNs e ensinar Língua Portuguesa, Matemática, Ciências e as outras disciplinas. Assim a criança vai aprender o que diz a fé, pela qual seus pais a colocaram ali, sem deixar de conhecer o que defende a Ciência.

Quais as implicações na formação integral da criança quando ela tem seu credo – ou a opção por não seguir nenhuma crença – desrespeitado?
ROSELI
Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a família tem primazia na escolha da Educação que deve dar aos filhos, inclusive quanto à doutrina religiosa a seguir. Se em casa as crianças aprendem a cultuar de uma forma e na escola de outra, nasce um conflito de valores que pode comprometer a aprendizagem. Não é possível haver a imposição religiosa no ambiente educativo.

*Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/legislacao/acordo-ensino-religioso-504521.shtml

sábado, 3 de outubro de 2009

Senhor fazei-me instrumento de vossa PAZ...

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ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

Atráves desta oração,que na verdade é um ensinamento de VIDA, Saúdo a todos os Franciscanos e em Especial a Mestra, Professora e Dra. Márcia Brilhante Portela(UnP) pelo seu niver.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

CASA DO BEM NO AÇÃO GLOBAL

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CULTURA DO BEM




SURFISTAS DO BEM












O terceiro e último projeto filmado pela equipe do programa Ação Global, de Serginho Groisman, em Natal, foi o Cultura do Bem, que leva mensalmente, com apoio da Viação Cidade das Dunas, jovens e idosos de Mãe Luiza ligados ou não a Casa do Bem, para conhecimento da história, cultura e dos pontos turísticos do Rio Grande do Norte.

Várias edições foram realizadas sempre com muito sucesso e, a que foi filmada pela equipe da Rede Globo, foi no Centro Histórico, com idosos e jovens do projeto Capoeira do Bem conhecendo de perto o Memorial Câmara Cascudo, o Museu Café Filho, Catedral, Instituto Histórico e Geográfico, Casa da Cultura e o Teatro Alberto Maranhão, entre outros locais. Quem passou todos os conhecimentos históricos dos monumentos, praças, vias públicas e demais locais focalizados, foi o Guia e Historiador Joaquim Júnior, que através de sua empresa JOAQUIMTUR - Turismo Pedagógico, vem colaborando com o projeto Cultura do Bem e outros da Casa do Bem.

O programa que vai veicular os projetos filmados, Ação Global, vai ao ar aos sábados, a partir das 7h30, não tendo ainda a Casa do Bem informação sobre a data em que vai brilhar na tela da Globo.

Assim que ficar sabendo, informaremos através dos nossos boletins o dia da exibição. Agradecemos o Pittsburg que forneceu o lanche do Cultura do Bem, a Joaquim Júnior, a Augusto Maranhão da Viação Cidade das Dunas, aos voluntários que nos ajudaram, além dos lugares que visitamos que franquearam a entrada.

A Casa do Bem está trabalhando agora para viabilizar o Campeonato Surfistas do Bem, o show Diga Sim ao Bem, que já conta com o apoio do Sebrae, casal Elson Miranda/Ana Helena, CVC Natal, empresário Fernando Bezerra, Martinha, entre outros, um torneio de futebol em Mãe Luiza, a mudança de cordas dos Capoeiristas do Bem, a festa de fim de ano de todos os projetos e o lançamento do livro Letras e Imagens do Bem.

Continuamos recebendo doações e entregamos para a Casa do Bom Samaritano as doações entregues pelo hotel Parque da Costeira.

Servir é nosso lema e estamos sempre felizes com tudo que acontece pois amar ao próximo é o grande ensinamento que todos os grandes seres que passaram pelo planeta Terra nos legaram.

Sejam felizes e muita luz, FR

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

ABERTURA DO III SEMINÁRIO POTIGUAR PRAZER EM LER

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Escritores renomados estão em Natal no 3º Seminário Potiguar Prazer em Ler

A leitura literária é destaque durante a terceira edição do Seminário Potiguar Prazer em Ler, no Centro Municipal de Referência em Educação Aluízio Alves (Cemure), em Natal. O evento é resultado de uma parceria entre o Instituto C&A, o Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE), o governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual da Educação e da Cultura (Seec) do Rio Grande do Norte, a Secretaria Municipal de Educação de Natal e a União dos Dirigentes Municipais de Educação do RN.
Estão participando do evento reconhecidos escritores de literatura infanto-juvenil, como Ana Maria Machado e Pedro Bandeira. Ana Maria fez ontem na abertura do evento, uma sessão de autógrafos comemorando seus 40 anos de literatura e participara da palestra “Livros infantis e mediação de leitura na escola”, hoje, dia 29.



Ana Maria Machado, em tarde de autográfos.


















A plenária









*Fonte e Fotos:www.canindesoares.com.br

ATÉ QUE A CAMA OS SEPAREM!!!

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Separados pela cama

Pesquisa indica que dividir os lençóis pode prejudicar o sono do casal e causar problemas de saúde crônicos

Verônica Mambrini

Ao menos duas vezes por semana, a cena se repete. A publicitária Renata Lino, 27 anos, e o marido, o cirurgião dentista Sandro Ferreira, 32 anos, dormem tranquilos até Renata começar a roncar. Sandro tenta cutucá-la, arrisca até uns tapinhas de alerta. "Eu tenho que usar artifícios para tentar dormir", argumenta o marido. "Mas, em último caso, vou para outro cômodo mesmo", confessa. Segundo uma pesquisa da Universidade de Surrey, na Inglaterra, a solução é simples: é só oficializar as camas separadas.

O estudo concluiu que, em média, 50% dos casais que compartilham o leito têm dificuldade para dormir e desenvolvem algum problema de saúde em decorrência dessas noites insones. E não é só o ronco que atrapalha. Um constante puxar de lençóis ou um companheiro com sono agitado, que se mexe muito, também podem fazer o merecido descanso se transformar num filme de terror.

Ainda assim, pelo menos entre Renata e Sandro, casados há cinco anos, o romantismo prevalece. "Comprei o pacote completo e a fuga noturna com o edredom veio junto", brinca Sandro. "Sinto falta dela quando durmo sozinho." A publicitária já fez exames de sonoterapia para detectar as causas da apnéia - termo médico para o ronco. "Boa parte da minha família sofre com o problema", afirma Renata. Situações assim são comuns. No Brasil, 40% da população tem distúrbios do sono, de acordo com um estudo da Academia Brasileira de Neurologia. O problema é que dormir mal pode levar a problemas mais graves, como depressão, doenças cardíacas e derrame.

As consequências de uma noite mal dormida são imediatas. "Já compromete a capacidade de funcionamento intelectual no dia seguinte", diz Flavio Alóe, médico especialista em distúrbios do sono do Hospital das Clínicas de São Paulo. "E quem ouve o ronco sofre os mesmos efeitos de quem dorme mal cronicamente." Ainda assim, Alóe acredita que seriam necessários estudos mais profundos para se recomendar dormir em camas separadas. "Casais que se entendem bem sentem falta se cada um dorme sozinho."

A advogada Neutra Magalhães, 67 anos, aderiu há dez à separação de leitos, porque o marido vê televisão até tarde. "A gente dorme bem melhor, mas atrapalhou a intimidade", reconhece Neutra. Tanto sacrifício não é necessário. "É preciso sincronizar as rotinas. Se um deles tiver algum problema, pode e deve ser tratado", diz a especialista em medicina do sono Luciane Fujita, do Instituto do Sono, da Universidade Federal de São Paulo. Vale tudo para que o sonho de dormir juntinho não vire um pesadelo.

*Fonte:www.istoe.com.br