segunda-feira, 17 de maio de 2010

Maria de Oliveira Barros ou simplesmente MARIA BOA !!!(NOMES DO RN)

0 comentários

A Primeira Dama de Natal

(José Correia Torres Neto *)

Natal, década de 40 - A cidade fervilhava de militares americanos e brasileiros. Aviões, hidroaviões, Catalinas e Jeeps patrulhavam a vida dos natalenses.
Instalava-se na cidade a paraibana de Campina Grande, Maria de Oliveira Barros (24/06/1920 - 22/07/1997). Começava neste ínterim a história da mais conhecida casa de tolerância do estado (do país ou do mundo?).
Entre as movimentações na Ribeira, nas pedidas de Cuba Libre no saguão do Grande Hotel, nas notícias pelas Bocas de Ferro, na Marmita, em Getúlio e em Roosevelt e na nova geração de meio americanos e meio brasileiros, lá estava Maria Barros enaltecendo-se na Cidade do Natal como a proprietária do melhor (ou maior) cabaré.
Tornou-se conhecida como Maria Boa. Mesmo com pouco estudo ela despertou o gosto por música, cinema e leitura. O seu "estabelecimento" era o refúgio aos homens da cidade, com residência fixa ou, simplesmente, por passagem por Natal e servia de referência geográfica na cidade.
Jovens, militares e figurões acolhiam-se envoltos as carnes mornas das meninas de Maria Boa. Muitas mães de família tiveram que amargar, em silêncio, a presença de Maria Boa no imaginário de seus maridos em uma época de evidente repressão sexual.
Vários fatos envolveram a personagem. Um episódio muito comentado foi a pintura realizada pelos militares em um avião B-25. Um dos mais famosos aviões da 2a Guerra Mundial, os B-25 eram identificadas com cores características de cada Base Aérea. Os anéis de velocidade das máquinas voadoras da Base Aérea de Salvador eram pintados com a cor verde. Os aviões de Recife, com a cor vermelha, e os de Fortaleza, com a cor azul. Para a Base de Natal foi convencionada a cor amarela. Os responsáveis pela manutenção dos aviões em Natal imaginaram também que deviam ser pintados no nariz do avião, ao lado esquerdo da fuselagem junto ao número de matricula, desenhos artísticos de mulheres em trajes de praia. Autorizada pelo Parque de Aeronáutica de São Paulo, a idéia foi colocada em prática. Pouco tempo depois, os B-25 de Natal surgiram na pista com caricaturas femininas e alguns até com nomes de mulheres. Alguns militares da Base escolheram o B-25 (5079), cujo desenho se aproximava mais da imagem de Maria Barros. Outras aeronaves também receberam nomes como "Amigo da Onça" e "Nega Maluca".
Quem custou a acreditar neste fato foi a própria Maria. Até que alguns tenentes decidiram levá-la até à linha de estacionamento dos B-25 logo após o jantar para não despertar a atenção dos curiosos. Ela constatou o fato. As lágrimas verteram de seus olhos quando viu à sua frente, pintada ao lado do número 5079, a inscrição "Maria Boa".
O mito "Maria Boa" rendeu trabalhos acadêmicos o de Maria de Fátima de Souza, intitulado: "A época áurea de Maria Boa (Natal-RN 1999)". O trabalho aborda o "fenômeno da prostituição infanto/juvenil, suas conseqüências e causas no desenvolvimento físico e psicossocial de crianças e adolescentes (...). Com o aprofundamento dos estudos percebemos o importante papel dos bordéis na prostituição, bem como o fechamento dos mesmos (...). Chegamos então ao cabaré de Maria Boa, já fechado. Tivemos, assim, a oportunidade de conhecer um pouco da saga da Sra. Maria de Oliveira Barros, uma profissional do sexo, com grande importância na história da prostituição de adultos, ou ainda, tradicional; das histórias contadas a seu respeito chamou-nos atenção para sua representação social, seu "mito" e sua ligação com o imaginário masculino. Com isso, passamos a averiguar mais profundamente uma participação na sociedade da época e buscamos reconstruir parte de sua história enquanto meretriz, cafetina, e proprietária da mais famosa casa de prostituição que o RN já conheceu."
O Professor Márcio de Lima Dantas publicou2002 o texto "Retratos de silêncio de Maria Boa". "(...) Para além da atitude ética de proteger sua família, o que faz parecer um jogo com a hipocrisia da sociedade, penso que, na atitude de se manter reservada, se inscreve outro aspecto digno de ser ressaltado. Falo do mito que entorna a personagem Maria Boa, de certa maneira, criada e ritualizada por ela mesma, dimensão de fantasia para além do empírico vivenciado. (...) Astuciosamente se fez conhecer por "Maria", o antropônimo mais comum no universo feminino, genérico e pouco dado a divagações semióticas. Ironicamente é o nome da mãe de Jesus... Quem não tinha conhecimento no Estado de uma proprietária de um requintado lupanar, e que se chamava Maria, a Boa. O mito, da constituição do éter, era aspirado por todos, preenchendo necessidades, ocupando lugares no espírito, imprimindo fantasias nos adolescentes, despertando em jovens mulheres às aventuras da carne, engendrando adultérios imaginários. Integrava, assim, o patrimônio individual e coletivo. (...)"
Eliade Pimentel, no artigo "E o carnaval ficou na memória" destaca a presença de Maria Barros nos carnavais de Natal: Lá pela década de 50, os desfiles passaram a acontecer na avenida Deodoro da Fonseca. Maria Boa desfilava com Antônio Farache em carros conversíveis, "
Em 2003 o cantor Valdick Soriano, quando entrevistado por Everaldo Lopes, registrou que quando esteve em Natal, pela primeira vez, cantou até para as meninas de "Maria Boa".
Maria Barros é história. Mesmo sendo paraibana é a Primeira Dama (ou anti-Dama) de Natal. Impera nas lembranças dos seus contemporâneos e se faz presentes nos prostíbulos que ainda resistem nas periferias da cidade ou travestidos de casas de "drinks" nos bairros mais nobres. Ela é citada no filme For All - O Trampolim da Vitória (vencedor do Festival de Gramado em 1997) de Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz. O filme retrata a cidade do Natal em 1943 quando a base americana de Parnamirim Field, a maior fora dos Estados Unidos, recebe 15 mil soldados, que vão se juntar aos 40 mil habitantes da cidade.
Para a população local a guerra possuiu vários significados. A chegada dos militares americanos alimentou fantasias de progresso material, romance e, também o fascínio pelo cinema de Hollywood. Em meio aos constantes blecautes do treinamento antibombardeio, dos famosos bailes da base aos domingos, dos cigarros americanos, da Coca-Cola e do vestuário estavam os sonhos natalenses. Sem questionamentos, "Maria Boa" foi uma das principais atrizes no elenco desse belicoso teatro. A Primeira Dama Maria Boa... (*
com notas do Blog).

.

Recebi de Pery:
Neto,
Eu tenho uma informação que poderá servir para enriquecer esse assunto Maria Boa.
Fui colega no colégio de Abílio Fernandes filho de Nezinho Fernandes, um dos Diretores da firma Fernandes & Cia, ligada ao comércio de algodão.

Abílio certa vez me contou:

"Maria Boa foi trazida de Campina Grande por Nezinho Fernandes (meu pai) para trabalhar como babá ou doméstica na residência dele. Com o decorrer do tempo, Nezinho avançou o sinal com a jovem Maria (ainda não era Maria Boa) e para não ter complicação com a família, conseguiu acomodá-la numa residência, naturalmente patrocinada por ele."
Abílio não adiantou mais nada, porém creio que a partir daí, Maria, uma mulher inteligente, em lugar de assumir a vida de prostituta, assumiu a de cafetina que era mais rentável.
Certamente foi aí que se tornou amante do Dr. Manoel Vilar, um médico oftalmologista, o único que havia em Natal.
É apenas um retalho da vida daquela que fez história em Natal com o nome de Maria Boa.
Pery Lamartine

Postado por Manoel de Oliveira Cavalcanti Neto

Provavelmente muitos, principalmente os mais novos ainda não ouviram falar da foto "Maria Boa", e muito menos tiveram a oportunidade de colocar os olhos sobre ela que é o Troféu do Torneio Maria Boa, constituído de vários jogos que testam a intelectualidade e a parte física dos pilotos e que se tornou um símbolo dentro da Aviação de Caça.

Com a entrega da Base Americana para ao Brasil, os oficiais Graco Magalhães, Durval, Vercillo e Teixeira Rocha, passaram noites e noites procurando negativos de moças de Natal. E logo encontraram a foto da mulher nua, que um sargento americano garantiu ser de Maria Boa.

O Teixeira Rocha se apossou da foto, colocou num quadro de madeira e ficou com ela na sua mesa. Neste tempo ele comandou uma parte imensa da Base, o “Supply and Maintenance”, ou seja, Suprimento e Manutenção. Era um mundo e havia mais de 15 daqueles barracões de madeira com material sobressalente que teria de ser identificado, pois era muita coisa de B-17, de B-24, de C-46 e C-47.

Nessa ocasião, já estava criado o 5o Grupo de Bombardeio Médio, e o Grupo de Caça, constante com os P-40, foi transferido para o Rio Grande. Os P-40 foram levados por pilotos de Natal e o último deles foi levado pelo T. Rocha que gastou mais de 40 dias para voltar, retido por panes repetidas, e o material tinha que ser mandado daqui.

Pois bem, quando o T. Rocha chegou a Natal o quadro já havia sumido de sua mesa. Lá pelos idos de 1954, estavam os caçadores do 2o/5o G.Av. (por coincidência, comandados pelo então Major T. Rocha), em expediente normal, quando chegou o então Maj. Hipólito com o quadro da Maria Boa. Ofereceu-o como troféu a ser disputado pelo Esquadrão contra o 1o/5o G.Av., Unidade de B-25, então comandada pelo Maj. Carrão, numa partida de futebol de salão a ser realizada no Campo da Navy, pois ali residiam quase todos os oficiais das Unidades. Jogo disputadíssimo e decidido num pênalti contra o 1o/5o, O quadro passou a ser do 2o/5o. Posteriormente essa Unidade foi transferida para Fortaleza e levou o troféu e posteriormente ficou embutida em uma parede do 1o/4o G.Av. lá em Fortaleza.

Desde então as disputas não têm sido tão cordiais, valendo qualquer meio pela posse da "Maria Boa". Incluem-se aí "furtos" e "roubos", técnicas, aliás, largamente utilizadas.

O Esquadrão detentor do troféu obriga-se a guardá-lo dentro de suas dependências e fora de quaisquer cofres, mantendo acesa a chama pela sua conquista. Pode também levá-lo a prêmio, sendo, neste caso, quem define as regras da competição.

Desde 1989 (quando foi colocada em disputa pelo 1º GpAvCa) o 3º/10º GAv. tem a honra de ser possuidor de tão digno prêmio, e informa a todos os que porventura estejam interessados, que a fotografia, já bastante avariada, passou por uma restauração em Novembro de 1996. A foto original da "Maria Boa" é entregue ao vencedor do torneio entre os esquadrões e ocorre normalmente na "Semana do 22 de Abril” na Base Aérea de Santa Cruz.

Possuir a foto é sinal de prestígio dentre os diversos esquadrões, e representa uma das mais importantes tradições cultivadas pelos Caçadores. A regra diz que a foto pode ser "surrupiada" por qualquer um dos perdedores... por isso é mantida na maior segurança pelo detentor do Torneio.

(Fontes: Associação Brasileira de Pilotos de Caça /ABRA-PC e notas do Blog)

Postado por Manoel de Oliveira Cavalcanti Neto.

CAFÉ PEDAGÓGICO

0 comentários

domingo, 16 de maio de 2010

FESTIVAL DE INVERNO DE SERRA DE SÃO BENTO

0 comentários

O encantador município de Serra de São Bento, localizado a 109 km de Natal, só esperou a chuva molhar o terreno para abrir a temporada de inverno na borborema potiguar. Realizado pela prefeitura local, a 5ª edição do Festival de Inverno de Serra de São Bento foi antecipada para os dias 28, 29 e 30 de maio. A mistura forró de raiz, MPB, comida saborosa, esportes de aventura e povo receptivo, aliados ao clima e à beleza da serra, são os atrativos que garantem público todos os anos. Serra de São Bento também é generosa em paisagem e empreendimentos de charme, como a pousada Villas da Serra. O clima gira em torno dos 18 graus.

DivulgaçãoBanda Feras é uma das atrações musicais confirmadasBanda Feras é uma das atrações musicais confirmadas
Turistas, convidados e moradores de cidades vizinhas são basicamente o público a tomar conta dos três dias de festa. “Em vários pólos de agito há um roteiro que privilegia a cultura do nordeste e as belas paisagens da serra potiguar, além de negócios e geração de emprego”, disse o prefeito Chico de Eramo.

A estrutura deste ano será montada novamente na praça de eventos, com programações musicais, culturais e gastronômicas. Já estão fechadas as presenças dos restaurantes Paçoca do Pilão, Galo do Alto, Pitanga Bar e cachaçaria e restaurante Ombak, de Sagi.

Na programação de esportes de aventura, haverá cavalgada e motocross. As grifes locais que possuem fábrica em São Bento, como a Daya, participam de desfiles de moda e do Salão Cultural de Turismo, promovido pela Secretaria de Ação Social.

Entre as atrações musicais estão fechados shows na sexta-feira de Ferro na Boneca e João Bandeira. No sábado, Forró Du Bom e Forrozão Tá na Cara, e no domingo Messinho Sanfoneiro e banda Feras. Outras atrações confirmadas são o comediante potiguar Mafaldo Pinto, a banda Uskaravelhos e o instrumentista Carlos Zens.

Um dos destaques da noite é o Auto do Desarmamento, um desfile pelas ruas com cirandas, coco de roda, pastoril e farinhada — das cantigas herdadas das antigas casas de farinha.

SBPC em Natal/RN, confirmam os nomes de Zeca Baleiro, Tom Zé e Marina Elali

2 comentários

"Tem hora que a gente se pergunta, por que não se junta tudo numa coisa só?". A pergunta do líder da trupe do Teatro Mágico, Fernando Anitelli na composição O Tudo é uma Coisa Só é respondida pela organização da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que aporta na capital potiguar pela segunda vez. A ideia da junção, praticidade, união é posta em prática durante o evento. Conferências, apresentações de trabalhos científicos, simpósios, mesas redondas, encontros e mini-cursos fazem parte da programação cientifica da reunião, além de uma programação cultural e artística diversificada. Tudo em um mesmo espaço e unidos em um mesmo propósito.

A única divisão está na temática. A 62ª reunião anual da SBPC estará subdividida em quatro eventos: a SBPC Jovem, a Expociência, a SBPC Científica e a mais badalada SBPC Cultural. Esta última é a única dotada de palco. É a única a receber Tom Zé e suas poéticas-variantes, ou o grave-poético de Zeca Balero e a pegada popular de Marina Elali. E por que não se junta tudo numa coisa só? Pois estão inseridas ainda na programação da SBPC Cultural, módulos como Cenários Culturais, Labirinto da Cultura, Mosaico, Prosa Poética e diversos outros espaços ocupados, prioritariamente, por projetos culturais consolidados e de benefício à sociedade potiguar.

Alguns desses projetos que poderão compor a programação, são o Circo da Luz; o MPBeco, com a Feira Mix e exposição fotográfica; a feira de sebo inserida na ação Prosa Poética - que receberá a Nau Catarineta de Canguaretama; e o Buraco da Catita, que ocupará a praça de alimentação, já denominada Praça do Choro. "Levantaremos a bandeira da proposta cultural da Radio Universitária 88,9, com o Projeto Musica Potiguar Brasileira, que receberá no palco do Mosaico Cultural (Anfiteatro do Campus) alguns nomes do cenário local que representará esta proposta", adiantou a produtora do evento, Yanna Medeiros.

A SBPC Cultural estará distribuída em vários espaços. O Centro de Convivência abrigaráa Praça do Choro. O estacionamento da Reitoria receberá as ações Labirinto Cultural e Cenários Culturais. Em frente a Comunica/TVU o evento apresenta a Prosa Poética e, compondo o seu cenário, a Nau Catarineta e a Associação da Feira de Sebo do Beco da Lama. No Anfiteatro do NAC - espaço novo, dirigido às apresentações de grupos artísticos - vai ter a Cientec Cultural, com a Mostra de Dança, Corais e Música de Câmera e o Circo da Luz, inserido no contexto do Mosaico Cultural.

O evento - um dos mais importantes momentos de discussão e divulgação da produção científica brasileira - será realizado entre os dias 25 e 30 de julho. O tema central deste ano é Ciências do Mar: Herança para o Futuro. A expectativa dos organizadores é de que 30 mil pessoas visitem a SBPC ao dia. O secretário executivo do Ministério da Educação, Henrique Paim, informou em reunião com a deputada federal Fátima Bezerra e o reitor da UFRN, Ivonildo Rego, da liberação de R$ 4 milhões pelo MEC para a realização do evento.

Inscrições

O período de inscrições da SBPC Cultural para artistas, grupos, autores e demais envolvidos com atividades culturais da cidade continua até 30 de maio no site do Núcleo de Arte e Cultura da UFRN.

Natal Cidade Memória

A mostra Natal Cidade Memória retrata uma Natal de ontem e hoje, organizada pela Semurb e que será inserida na ação Cenário Culiturais. Esta ação tem como proposta divulgar a cidade do Natal, recebendo exposição, abrindo diálogos em profissionais da produção artística entre outros.

SAIBA MAIS

A SBPC foi criada em 1948 quando um grupo de cientistas decidiu fundar, no Brasil, uma Sociedade para o Progresso da Ciência inspirados em modelos já existentes em outros países. Trata-se de uma entidade sem fins lucrativos voltada, sobretudo, para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. Natal já sediou uma edição e agora se prepara para ser a casa de mais um evento.

Por Sérgio Vilar, do Diário de Natal

http://www.dnonline.com.br/ver_noticia/40629/

GUIAS DE TURISMO DO RIO GRANDE DO NORTE COMEMORAM COM FESTA O SEU DIA

0 comentários

O presidente do Sindicato dos Guias de Turismo do Rio Grande do Norte, Jarbas Tinoco Junior convidando esta jornalista para a festa nesta segunda-feira na NYX no Chaplin Hall quando estarão comemorando o dia do Guia de Turismo, cuja data oficial foi 10 de maio. A comemoração será dupla, nesta segunda(17/05) e um jantar na quinta-feir(20/05)no Rest. Camarão de Nisia Floresta as 20:00 h.

http://turismocristinaliranatal.blogspot.com/2010/05/guias-de-turismo-do-rio-grande-do-norte.html

SAMU INDICA!!!

0 comentários

sábado, 15 de maio de 2010

VEM AÍ... MOSSORÓ CIDADE JUNINA E CHUVA DE BALA NO PAÍS DE MOSSORÓ

0 comentários

Principais atrações musicais