segunda-feira, 31 de maio de 2010

CASA DO BEM E JOAQUIMTUR UNIDOS PELO BEM COMUM!!!

0 comentários

CULTURA DO BEM - SÁBADO(28/05) PASSADO COM O GUIA SAMUEL BEZERRA DANDO UM SHOW NAS APRESENTAÇÕES DOS NOSSOS MONUMENTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS.
Valeu Casa do Bem!!!, Flávio Rezende e Samuca!!! Joaquim Jr.




terça-feira, 25 de maio de 2010

SOM DA MATA ESPECIAL NO PRÓXIMO DOMINGO- 30/05

0 comentários

No próximo domingo, abrindo a Semana do Meio Ambiente 2010, o Governo do Estado através do Idema, Caern, Semarh e Igarn, vão apresentar um Som da Mata Especial com o show que mais sucesso faz toda vez que é programado nesses quase cinco anos de projeto: Diogo Guanabara & Macaxeira Jazz. Foi no palco do Anfietaro pau-brasil que Diogo e os meninos do Macaxeira (Ticiano D'Amore, Henrique Pacheco e Raphael Bender) se apresentaram juntos pela primeira vez, em 1º de outubro de 2006, numa experiência vitoriosa que já resultou na gravação de dois CDs e um DVD, além de duas turnês internacionais (Ásia e Europa), e em vias de viabilizar a terceira. As temporadas do outro lado do Atlântico serviram para estreitar os laços afetivos e artísticos, resultando em composições onde as novas influênciuas serão apresentadas nesse próximo final de tarde de domingo. Num repertório repleto de músicas autorais, não deve ficar de fora releituras de clássicos da MPB, Beatles e Astor Piazzola, consagrando-os como os inventores do choro'n'roll. É bom chegar um pouco mais cedo se quiser assistir sentado.

Show :
DIOGO GUANABARA & MACAXEIRA JAZZ
Local: Anfiteatro Pau-brasil - Parque das Dunas
Av. Alexandrino de Alencar, s/nº
Dia: 30 de maio - domingo
Hora: 16h30
Preço: R$ 1,00 (um real)
Fone: 3201 4440


Para mais informações e agendamento de entrevistas: Diogo 8825 7330 Ticiano 8856.2586

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Começa hoje e vai até sexta-feira 28/05, IV CONGRESSO EM EDUCAÇÃO DA UnP

0 comentários

Programação das oficinas

LOCAL: ESPAÇO DE EVENTOS DA UNIDADE ROBERTO FREIRE

PROFISSÃO DOCENTE: DESAFIOS DA CONTEMPORANEIDADE

CURSOS: História, Letras, Pedagogia, Ciências Biológicas e Educação Física


FAZENDA BOM JARDIM - O Passado é logo alí...

1 comentários

Era no tempo do rei. Província humilde, o Rio Grande do Norte vivia de gado e cana-de-açúcar, com esparsas propriedades rurais a dominar a paisagem agreste. Comuns nesse cenário, casas-grandes e senzalas se erguiam como marcos da vida econômica e social daquele Nordeste antigo. Uma época que não mais existe, mas que ainda conserva alguns sinais para contar sua história. A Fazenda Bom Jardim, na zona rural de Goianinha, é um desses lugares onde parece que o tempo não passou. Há dez anos, utiliza seu espaço como forma de turismo rural e cultural, em que visitantes entram em contato com o ambiente e os sabores de tempos passados. Um passeio pelo passado, com o conforto do presente.

Terceira casa da fazenda, construída no começo do século 20A casa-grande se impõe na Fazenda Bom Jardim como o ponto central do passeio. É um prédio térreo do começo do século XIX, de paredes de taipa, ampla varanda, janelões, e pátio ajardinado. Uma típica construção do Brasil colonial, mantida praticamente a mesma até os dias de hoje. A família Araújo Lima, ancestrais donos dessa terra, continuam como anfitriões. “O turismo tem sido para nós uma troca de experiências que exalta a história e o valor da fazenda. É uma forma também de conservá-la para sempre”, diz Helena de Araújo Lima, 88 anos, a matriarca que ainda mora na casa e recebe os visitantes com todo o conhecimento de causa.

No mesmo local, em 1928, o intelectual modernista Mário de Andrade se hospedou por dez dias e conheceu o coquista Chico Antônio, que à época era um dos empregados da fazenda. O encontro foi registrado no livro “Turista Aprendiz”. Andrade veio a convite do jornalista e crítico de arte Antônio Bento, neto do coronel Bento de Araújo Lima (dono da fazenda desde 1850). São histórias que se juntam como atrativos ao patrimônio cultural da Bom Jardim. “Nossos visitantes não vêm só para olhar, comer e ir embora. Tem toda uma história que a gente procura passar para as pessoas”, acrescenta Catarina Araújo, filha de dona Helena. Não há hospedagem. As visitas devem ser sempre agendada, para o número mínimo de oito pessoas.

A casa grande

A quase bicentenária casa-grande e partes de seu terreno foram sutilmente preparadas para receber o público. O ambiente interno tem pouquíssimas alterações. A arquitetura é funcional e simples, sem adornos. Há quatro quartos e três salas com funções definidas – incluindo uma cujo acesso das mulheres era proibido. O mobiliário reúne peças que pertenceram a diferentes gerações de moradores, entre cristaleiras, escrivaninhas, mesa, espreguiçadeira, camas, espelho, oratório, piano, e curiosidades, como as cuspideiras. A cozinha antiga da casa ainda conserva o fogão de lenha, feito de barro e revestido de tijolos. Algumas comidas ainda se preparam por lá. As janelas e portas ainda contam com suas grandes fechaduras originais de ferro.

As refeições do café da manhã, almoço e lanche para visitantes são realizadas no pátio traseiro da fazenda, num espaço especialmente criado para tal. Foi construída uma área coberta, utilizando restos de um antigo galpão de olaria existente no local. O local é amplo, arejado, com 13 mesas, visual rústico e cercado por um jardim de diversas plantas e flores.

O cardápio foi elaborado por dona Helena e suas filhas, seguindo os preceitos da cozinha regional. Pela manhã, tapioca, cuscuz, queijos de coalho e manteiga, ovos mexidos, pães, bolos e frutas. No almoço, galinha caipira, carne de sol, paçoca, escondidinho, carneiro torrado, moqueca com pirão de peixe, camarão no coco, casquinho de caranguejo, ova de curimatã, sarapatel. E ainda compotas, doces de frutas da época, manjar, cocada de forno, e bolo de macaxeira – receita de família. Tudo é feito artesanalmente, sem ingredientes industrializados. Vegetais e carnes vêm da própria fazenda.

Passeios e caminhadas

A visita à fazenda inclui, além da “viagem no tempo”, atrações extras como passeio a cavalo e caminhada por duas trilhas entre a rica vegetação das redondezas. O visitante também pode conferir, a 4km da casa-grande, o Engenho Mucambo, onde a família Araújo produz as cachaças Maria Boa e Mucambo.

Segundo Catarina Araújo, a entrada da Fazenda Bom Jardim no roteiro turístico se deu quase por acaso. “Começou quando empresários turísticos de Pipa vieram até aqui para comprar telhas e tijolos artesanais que fazíamos na nossa antiga olaria. Eles deram a ideia de criar um passeio para que seus turistas pudessem conhecer o local”, conta. O primeiro público foi basicamente europeu. Portugueses, ingleses, italianos e escandinavos. “Fomos aprovados pela vistoria técnica, incluindo a segurança. Daí tivemos que nos aprimorar mais para receber o público”, acrescenta. A fazenda já foi cenário de editoriais de moda, objeto de pesquisa para estudantes, cursos de fotografia, e eventos de empresas. “Somos um tipo de oásis no meio do sertão. Aqui se pode ficar à vontade”, diz.

Engenho está no roteiro

O primeiro engenho da Bom Jardim é uma relíquia em ruínas, mas a família Araújo Lima retomou a atividade ancestral há sete anos, adaptada aos novos tempos. A quatro quilômetros da casa-grande, também território familiar, está o Engenho Mucambo, que há sete anos entrou no terreno das cachaças artesanais com as marcas Maria Boa e Mucambo. A ida ao engenho também faz parte do passeio à fazenda histórica de Goianinha.

Diferente dos engenhos de séculos passados, o de hoje conta com todo um maquinário movido a vapor. Frederico Araújo Lima, proprietário das caninhas, mostra aos visitantes todas as fases do processo. Desde a máquina de moenda, passando pela limpeza e preparo do caldo, fermentação e destilação – de onde se destacam os belos alambiques. A bebida é levada depois para quatro grandes barris de 20 mil litros. A madeira mais clara produz a Maria Boa, e a mais escura, a Mucambo. Por fim, o engarrafamento.

São cachaças de processos diferenciados, que adquirem aroma e sabor a partir da madeira. “É uma caninha que agrada mais aos americanos e brasileiros, já que europeu se interessa mais pela caipirinha”, afirma Fred. Além das saborosas bebidas, o empresário também evidencia o desejo de criar outras atrações para o engenho. No local, também está criando a Casa do Caboclo, uma espécia de museu com peças que mostrarão o estilo de vida de colonos, sertanejos, e demais tipos da área. No engenho também se pode fazer duas trilhas pela Mata do Mucambo, para conferir uma rata reserva de mata atlântica brasileira, entre árvores e arbustos. No local também há uma criatório de emas.

* Fonte:www.tribunadonorte.com.br

Publicação: 21 de Maio de 2010 às 00:00

domingo, 23 de maio de 2010

DIA 27 DE JUNHO SERÁ O DIA DA INAUGURAÇÃO DO SANTUÁRIO DE SANTA RITA EM SANTA CRUZ/RN

0 comentários




























Durante a procissão de Santa Rita de Cássia, padroeira do município de Santa Cruz, o governador Iberê Ferreira de Souza anunciou a inauguração do complexo turístico e religioso de Santa Rita de Cássia já para o dia 27 de junho. A procissão, que levou milhares de pessoas de todo o Rio Grande do Norte às ruas da cidade, encerra a programação religiosa em homenagem à santa.

“Faço questão de participar dessa festa, na minha terra, todos os anos. Neste ano em particular, se há uma pessoa que tem a agradecimentos a fazer a Santa Rita de Cássia, essa pessoa sou eu”, assinalou o governador, referindo-se a sua recuperação após cirurgia de retirada de nódulo no pulmão. Iberê ressaltou ainda que “é uma honra voltar à Santa Cruz para anunciar a inauguração de um símbolo da fé do nosso povo”.

Maior estátua do país com 56 metros de altura, a imagem de Santa Rita de Cássia deverá atrair para o município de Santa Cruz e para a região Trairi as atenções do turismo religioso. O monte onde está erguida a estátua já foi transformado pela Igreja Católica em Santuário de Santa Rita de Cássia e deverá receber peregrinos de todas as partes do país.

Pela grandiosidade da imagem e pela forte devoção do povo a Santa Rita de Cássia, padroeira de Santa Cruz, a estátua terá impacto direto na economia local e na vida da população do município e da região do Trairi. “Essa obra irá promover o turismo religioso, transformando totalmente a economia da cidade, gerando emprego e renda para o município e para toda a região”, afirmou o prefeito de Santa Cruz, Péricles Farias.

O Governo do Estado investiu R$ 1,2 milhão em obras de infraestrutura e na construção da passarela de pedestres que levará os fiéis até o local da estátua. “A grande imagem de Santa Rita de Cássia, que se eleva no horizonte do Trairi, vai impulsionar em definitivo o turismo religioso em Santa Cruz e região, trazendo mais desenvolvimento para a população”, declarou o governador Iberê Ferreira.

A estátua de Rita de Cássia em Santa Cruz com seus 56 metros é mais alta que o Cristo Redentor (38) e do que a Estátua da Liberdade (44).

*www.tribunadonorte.com.br/noticia/ibere-anuncia-data-da-inauguracao-do-complexo-de-santa-rita-de-cassia/149172

FAÇA JÁ SUA RESERVA E GARANTA SUA VAGA!!! JOAQUIMTUR E VOCÊ NA INAUGURAÇÃO DO SANTUÁRIO DE SANTA RITA!!!

UM MAR DE GENTE FOI AGRADECER E PAGAR SUAS PROMESSAS, ONTEM(22) A SANTA RITA DE CÁSSIA - SANTA CRUZ/RN

0 comentários











E a JOAQUIMTUR, esteve presente com um grupo da Igreja de N.S Aparecida/Neópolis, guiando por Rita Dantas e Amigas e da Igreja S.Fco de Assis/Cidade Satélite D.Mira, filhas e nora.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O LUDOVICUS INSTITUTO CÂMARA CASCUDO CONVIDA:

0 comentários