Proposta de datas de inscrições 1ª chamada com/sem trabalho: 01/04/2010 á 03/06/2010 2ª chamada com/sem trabalho: 04/06/2010 á 22/07/2010 3ª chamada com trabalho: 23/07/2010 á 20/08/2010 3ª chamada sem trabalho: até 17/09/2010 MAIORES INFORMAÇÕES: EM QUIXADÁ/CE DE 10 À 13 DE NOVEMBRO PORTANTO, SERÃO 4 DIAS DE EVENTO.
NOTA: A PALESTRA DE ABERTURA SERÁ COM O PROFESSOR DR. JOSÉ ALBERTO CORREIA, DE PORTUGAL. E A DE ENCERRAMENTO COM O PROFESSOR DR. ROBERTO LEHER DA UFRJ.
DEFINIDO OS VALORES DE INSCRIÇAO.
VALORES PARA ALUNOS SEM TRABALHO:
1ª CHAMADA R$ 20,00, 2ª CHAMADA R$ 25,00, 3ª CHAMADA R$ 30,00
VALORES ALUNOS COM TRABALHO:
1ª CHAMADA R$30,00, 2ª CHAMADA R$40,00, 3ª CHAMADA R$ 45,00
VALORES PARA PROFESSORES:
1ª CHAMADA R$80,00, 2ª CHAMADA R$90,00, 3ª CHAMADA R$ 100,00
sexta-feira, 18 de junho de 2010
VEM AÍ... III FIPED - FÓRUM INTERNACIONAL DE PEDAGOGIA
0 comentários
Postado por
Joaquim Tur
às
17:32
Marcadores: INFORMES JOAQUIMTUR
quinta-feira, 17 de junho de 2010
CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES
0 comentários
Postado por
Joaquim Tur
às
05:04
Marcadores: INFORMES JOAQUIMTUR
INAUGURAÇÃO DO SANTUÁRIO DE SANTA RITA - SANTA CRUZ/RN - BRASIL
0 comentários Será no próximo dia 27 de junho que a Cidade de Santa Cruz no traíri potiguar se prepara para a festa de inauguração da mais alta estátua cristã do mundo. No alto do monte, olhando para a cidade e para a região do Trairí, está a imponente obra de cimento armado e de aço – Santa Rita de Cássia, configurando a fé de um povo e o sonho de um administrador entusiasta pelo desenvolvimento.
A estátua de Santa Rita de Cássia coloca definitivamente Santa Cruz no mapa turístico do Estado e apresenta-se como garantia permanente de atração para os que visitam o Rio Grande do Norte. Do alto de seus 56 metros, a estátua de Santa Rita supera com folga o Cristo Redentor (38) e a Estátua da Liberdade (44).
O Santuário de Santa Rita de Cássia vai atrair peregrinos de todo o país
“A grande imagem de Santa Rita de Cássia vai colocar, sem dúvida alguma, Santa Cruz na rota do turismo religioso do país”. Esta afirmação é do padre Aerton Sales da Cunha, vigário geral da Arquidiocese de Natal, ex-pároco de Santa Cruz e um dos principais lutadores para a concretização da obra. Existe a grande devoção por Santa Rita no país e nós seremos o único Santuário de porte e tendo uma imagem dessa dimensão. “Tanto é que o nosso bispo, Dom Matias Patrício de Macedo, já reconheceu o Alto de Santa Rita – local onde fica a imagem, como santuário católico”, informa Aerton.
Isso significa que a área onde fica a imagem já tem autorização da Igreja para atuar como santuário, para ser um lugar de acolhida de peregrinos. “Estamos oferecendo aos católicos do Brasil um lugar onde os milhares de devotos poderão vir, vivenciar sua fé e pagar suas promessas a Santa Rita. Estamos abrindo as portas da devoção, que sempre esteve presente no Trairi, para o Brasil”, ressalta Aerton Sales.
A estátua de Santa Rita tem 56 metros - 48 metros de estrutura de concreto mais 8 de esplendor. Sua altura equivale a um edifício de 18 andares. É a mais alta estátua cristã do mundo. O projeto de Santa Rita de Cássia foi feito, explica Tomba, sem o intuito de que a estátua viesse a ser mais alta do Brasil ou do mundo, mas que seu tamanho fosse compatível com a altura do monte em que se encontra. “O importante é que não houvesse disparidade entre o tamanho do morro e o da Santa”, completa.
Santa Rita segura na mão direita uma Cruz – feita de aço escovado medindo 10 metros de comprimento e pesando 3.600 quilos; e na mão esquerda uma palma – também de aço escovado, medindo 10 metros de comprimento e pesando 3.200 quilos. O esplendor, também de aço escovado, que está em processo de instalação, mede 8 metros de comprimento e pesa 7.300 quilos.
Como a Santa Rita estará permanentemente iluminada – durante o dia pela luz do Sol e à noite pelos refletores, tanto a cruz, como a palma, e o esplendor, feitos com aço escovado, brilharão constantemente.
Os santuários são muito importantes para a Igreja Católica. O continente latino-americano é marcado pela devoção popular. Em várias partes existem lugares utilizados para peregrinação de fiéis. Esses lugares são usados pela Igreja também para a prática da evangelização.
O Santuário de Santa Rita, segundo o padre Aerton, deverá ter divulgação em todo o Brasil e também em níveis internacionais.
Quem foi Santa Rita
Segundo o padre Aerton Sales, as pessoas que nascem em Santa Cruz já estão, desde o início, envolvidas pela devoção a Santa Rita de Cássia. Santa Rita faz parte da família santacruzense. “Ela chegou antes naquelas terras. O primeiro nome do povoado à margem esquerda do Trairi foi Santa Rita da Cachoeira. É uma devoção que chegou bem antes do próprio desenvolvimento do lugar”, diz Aerton.
Santa Rita foi uma mulher italiana, nascida na região da Umbria, em Rocaporena. Filha única de um casal já idoso – Antonio e Amata, que viveu num período de conflitos familiares no século XIV. Sempre foi católica e distante das desavenças entre famílias. Foi feliz no casamento, apesar de seu marido pertencer a uma família envolvida em conflitos. Ela teve dois filhos e seu marido foi assassinado por membros da família inimiga. Entretanto, Santa Rita perdoou os assassinos e insistiu para que os filhos não seguissem em busca da vingança.
Quando seus filhos morreram vitimados por uma peste na região, Santa Rita realizou o sonho antigo de ser freira. Lutou muito para entrar para o convento, já que não aceitavam viúvas. Foi freira até o fim da vida, aos 73 anos, e buscou sempre praticar a caridade. Santa Rita viveu todas as fases da vida: criança, jovem, casada, mãe, viúva e freira.
Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, publicada pela Veja, mostrou que Santa Rita é a quinta devoção no país. De mulher, só está atrás de nossa Senhora Aparecida que é a padroeira do Brasil.
Padre Aerton Sales da Cunha é filho de Arês. Tem 38 anos de idade, 12 de sacerdócio, foi pároco de Santa Cruz de 2003 ao ano de 2009, e atualmente é o vigário geral da arquidiocese de Natal.
*Matéria na íntegra na Revista Foco desta semana.
Postado por
Joaquim Tur
às
04:53
Marcadores: INFORMES JOAQUIMTUR
16 de JUNHO - DIA DO VINHO
0 comentáriosNão há uma data precisa nem um possível inventor para o vinho. Há 2 milhões de anos já coexistiam as uvas e o homem que as podia colher, sendo, portanto, o suficiente para que este povo pudesse ter conhecido o vinho.
Apesar disso, o vinho ganhou um dia só seu, o Dia do Vinho foi comemorado ontem dia 16 de junho e o caderno Fim de Semana foi em busca de enólogos e enófilos para discutir mercado potiguar, vinhos brasileiros, o perfil do consumidor, entre outros assuntos.
A frase “Uma refeição simples, com vinho vira um banquete” pode ser a síntese da importância do néctar da uva e sua ligação direta com a gastronomia. Não faz muito tempo que Natal começou a inserir o vinho em sua pauta gastronômica. Salvo o conhecimento individual de casos isolados, até pouco tempo o consumo do vinho era restrito a coquetéis e datas comemorativas como Semana Santa e Natal.
Após um boom no consumo e a abertura de espaços especializados na venda do vinho, o mercado aos poucos vai caindo na real e buscando caminhos para aproximar o vinho das pessoas.
Segundo especialistas, a demanda de consumo é bem menor do que a diversificada oferta de produtos. “O mercado de vinhos em Natal oferece uma oferta muito maior do que o consumo. Várias pessoas estão investindo neste nicho, o mercado está em ebulição porém o consumo ainda é muito limitado.”, analisa o enólogo Gilvan Passos.
Outros acreditam que o crescimento é lento porém constante. “Eu vejo o mercado com um crescimento contínuo. A euforia inicial já passou. O que está acontecendo é a consolidação desse mercado. O crescimento é mais lento, porém constante”, afirma o consultor Antonio Alves.
Um dos estímulos do comércio varejista foi a ampliação e a adaptação dos supermercados da cidade aos espaços destinados ao vinho. Mas a lenda de que ele é um artigo de luxo, e que é preciso entender sobre o assunto para poder consumi-lo, ainda distancia o grande público das prateleiras. Sobre isso, o consultor Antonio Alves desmitifica. “O brasileiro, de maneira geral, escolhe o vinho pelo preço. Hoje há uma tendência em consumir vinhos de preço baixo entre 15 e 50 reais. Sabendo escolher, podemos encontrar bons vinhos.”, afirma Antonio, que presta consultoria para a Uvifrios Food Service.
Mas para o proprietário da Magazzino Delicatessen e enófilo Marcelo Chianca, com o hábito de consumir vinho o grau de exigência vai aumentando. “Quando se começa a apreciar um bom vinho vamos ficando mais exigentes e o preço vai ficando em segundo plano”, afirma o empresário que foi um dos pioneiros na comercialização de vinhos e o primeiro a climatizar o produto.
Embora ainda exista uma certa resistência ao rótulo nacional, com a preferência para vinhos de tradicionais fabricantes de vinho da América do Sul e Europa, como Chile, Argentina, Itália e França. Existe uma unanimidade em torno da boa qualidade e destaque de vendas para os espumantes produzidos no Brasil. “No mercado de vinhos tintos e brancos perdemos para os vinhos da Argentina, porém ganhamos espaço de mercado no segmento de espumantes, inclusive no exterior”, afirma Gilvan Passos.
Para o consultor Antonio Alves, os espumantes nacionais também estão em alta. “O espumante Salton Virtude Chardonnay (R$ 35,00) é produzido na serra gaucha e trata-se de um vinho excelente. Não deixa a desejar a nenhum Chardonnay de outras partes do mundo”. As opiniões são unanimes sobre a necessidade de fomentar o mercado com novos apreciadores de vinho. Para os especialistas o melhor caminho é a realização de confrarias, degustações, cursos, workshops e eventos que pontuem a formação e senso crítico de novos admiradores de vinho. Outro ponto que atrapalha a popularização do produto no mercado brasileiro são os altos impostos, que hoje variam em 40% para o vinho nacional e 125% (isso mesmo!) para os importados. “O empresário que trabalha com venda de vinhos sofre muito por causa do imposto. O produto já sai fábrica em desvantagem”,
*http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/reflexoes-nas-adegas-locais/150871
Postado por
Joaquim Tur
às
04:46
Marcadores: INFORMES JOAQUIMTUR
terça-feira, 15 de junho de 2010
GLORINHA OLIVEIRA - DOCUMENTÁRIO, AMANHÃ ÀS 20:00H NA TV UNIVERSITÁRIA
0 comentários
Postado por
Joaquim Tur
às
04:32
Marcadores: INFORMES JOAQUIMTUR
JOAQUIMTUR E O BRASIL RUMO AO HEXA!!! "O MELHOR DO BRASIL É O BRASILEIRO." Luís da Câmara Cascudo.
0 comentáriosMascote Copa de 2010: O mascote oficial da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul é um leopardo que se chama Zakumi, uma combinação de palavras em dialetos africano, como “ZA”, abreviação para África do Sul, mais “kumi”, forma escrita do número dez em alguns países do continente.
“Zakumi representa o Povo, a geografia e o espírito da África do Sul, personificando a próxima Copa do Mundo da FIFA. Estamos certos de que teremos muita diversão com ele, que nos guiará durante a Copa das Confederações (a ser disputada em 2009) e no Mundial”, disse o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.
Postado por
Joaquim Tur
às
03:24
Marcadores: INFORMES JOAQUIMTUR
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Mestre CORNÉLIO CARPINA - NOMES DO RN
0 comentáriosEm 1954, o Mestre formou um grupo de dança com pessoas do bairro das Rocas, com o nome de Araruna Sociedade de Danças Antigas e Semi-Desaparecidas, única no Rio Grande do Norte com estatuto e sede própria; localizada na rua Miramar.
A Araruna nasceu a partir das tradicionais danças aristocráticas de salão, de origem européia, da valorização dos costumes da vida palaciana. Tudo ao estilo das danças aristocráticas brasileiras do século XIX. Mas, acabou misturando estilo de dança erudita como: a valsa, a polca, o xote, a mazurca (herança do colonizador português) e do estilo popular de caráter folclórico como: a dança do caranguejo, o bode, o besouro, a araruna.
Tudo acompanhado de sanfona e vários outros instrumentos. Os dançarinos não cantam. Os cavalheiros usam casaca e cartola. As damas, longos vestidos de saia rodada. O nome Araruna vem de um pássaro preto originário do Pará, que ao cantar pula de galho em galho executando uma espécie de bailado.
A dança Araruna, assim como as demais apresentadas pelo Grupo foi também objeto de pesquisa do folclorista Deífilo Gurgel, que declarou ao Diário de Natal: “O universo coreográfico do Rio Grande do Norte e dos outros estados brasileiros se divide em dois tipos: as danças folclóricas puras (no caso da Araruna e as outras danças apresentadas pelo Grupo) e o universo dos autos populares, com partes mais dramáticas, como é o caso do Boi, da Chegança, os Congos e Fandangos. No caso do Araruna, as danças estão divididas em duas características distintas, têm as mais clássicas, como é o caso da valsa, da polca e do xote e tem aquelas com nomes de pessoas e bichos, como as danças do Caranguejo, Besouro, Camaleão e Maria Rita, que são tipicamente folclóricas”.
Sobre a indumentária de casaca e cartola para os homens e vestidos longos para as mulheres, Deífilo Gurgel acredita que foi o próprio Grupo quem decidiu por esse fardamento mais clássico. “Eu não cheguei a presenciar essa época, mas sei que como eles se apresentavam em festas de São João na Roça, provavelmente a indumentária era caipira. Mas, depois quando organizaram o Grupo Araruna, eles decidiram por uma vestimenta mais clássica, da nobreza do século XIX, que tinha aquelas casacas e cartolas”, explicou o folclorista.
Na opinião do Deífilo, o Grupo Araruna é genuinamente potiguar. “Se existir algum outro Araruna no Brasil é imitação do nosso. Eu sei que existem danças de pares no Rio Grande do Sul. Agora, são pára-folclóricas já que são dançadas por universitários, estudantes. O nosso grupo é gente do povo, é cambista, marceneiro, pescador, profissões humildes. Alguns deles, inclusive, no começo até analfabetos eram, o que caracteriza um folclore autêntico”, disse.
* No dia 13 de agosto de 2008, aos 99 anos, morre de parada cardíaca o Mestre Cornélio Carpina, perda lastimável para todos norteriograndenses, nesta foto de Arminstrong Stúdio, foi feita em frente ao Memorial Câmara Cascudo no dia do folclore de 2004, recordar é viver..., ser fotografado ao lado do mestre, foi uma emoção indescritível e ainda participei das danças com o grupo Araruna em frrente ao Memorial, ficou na história pra mim e para completar à noite no Zás Traz(Hanna Sfaiel e familia), foi lançado o primeiro site de Turismo Pedagógico, Cultural e Religioso em companhia de minha familia, amigos de diversos estabelecimentos de Ensino de Natal e membros da família do Grande Folclorista, Luís da Câmara Cascudo, tendo Anna Maria Cascudo Barreto como madrinha da JOAQUIMTUR, sem dúvida foi um DIA ESPECIAL , Joaquim Jr.
Postado por
Joaquim Tur
às
04:50
Marcadores: NOMES DO RN






