terça-feira, 13 de julho de 2010
13 DE JULHO - DIA MUNDIAL DO ROCK
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Joaquim Tur
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
ESPECIALIZAÇÃO EM NEUROPEDAGOGIA
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Joaquim Tur
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domingo, 11 de julho de 2010
ESPAÇO CIÊNCIA - OLINDA/PE - BRASIL
0 comentáriosO Espaço Ciência, maior museu a céu aberto do país e um dos maiores do mundo, é um cenário tomado por um belo espelho d'água, uma hidrelétrica gerando corrente, um planetário, uma misteriosa caverna, um gigantesco vulcão, terremoto, giroscópio, avião, foguete, dentre tantos outros experimentos que saltam à vista. Além dos laboratórios de ponta nas áreas de Química, Física, Matemática, Biologia e Informática.
São desenvolvidos também Projetos Sociais como: Clicidadão; Jardim da Ciência; Gepetto e a Ciência Jovem - Maior Feira de Ciências do Nordeste...
Contamos com mais de 40 monitores que se distribuem em horários diferenciados para dar conta dos mais de 100 mil visitantes por ano. Propiciando uma visita muito mais empolgante, dinâmica, estimulante, oferecendo muito mais oportunidades a todos de explorar, conhecer e transformar seu mundo.
Mas claro, ainda estamos aprendendo...
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Joaquim Tur
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sábado, 10 de julho de 2010
DIA DA PIZZA - VIVA A PIZZA, AS ELEIÇÕES E O BRASIL!!!
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Pizza (também grafada piza em Portugal) é uma preparação culinária que consiste em um disco de massa fermentada de farinha de trigo, regado com molho de tomates e coberto com ingredientes variados que normalmente incluem algum tipo de queijo, carnes preparadas ou defumadas e ervas, normalmente orégano ou manjericão, tudo assado em forno por um pizzaiolo.
História
A história da pizza começou com os egípcios.[carece de fontes?] Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.
Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, os babilônios, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e amido e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de "pão-de-abraão", muito parecida com os pães árabes atuais, e recebia o nome de piscea.
Os fenícios, sete séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje.
No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram os ingredientes típicos da pizza, comuns no cotidiano da região. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone.
A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surge o termo "picea", na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. "Picea", indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava "matar a fome" principalmente da parte mais pobre da população. Normalmente a massa de pão recebia como sua cobertura toucinho, peixes fritos e queijo.
A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem notícia, a Port'Alba, ponto de encontro de artistas famosos da época, tais como Alexandre Dumas, que inclusive citou variações de pizzas em suas obras.[carece de fontes?]
Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e hoje pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se logo em seguida parte da cultura deste país. A partir de 1985, comemora-se o dia da pizza aos 10 de julho.
Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas começaram a ser comercializadas no Brasil. Segundo consta no livro Retalhos da Velha São Paulo, foi nos fornos do restaurante de Geraldo Sesso Jr., a Cantina Dom Carmenielo, que os apreciadores da culinária Italiana passaram a poder degustar a iguaria napolitana.
Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e até mesmo criativas. No princípio, seguindo a tradição italiana, as de muçarela e anchova eram as mais presentes, mas à medida que hortaliças e embutidos tornavam-se mais acessíveis no país, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.
" E na Cidade do Natal, não existe Pizza melhor do que a do pizzaolo Paulilo Nery na Cidade Satélite, e não nos esquerçamos que este Ano é de Eleição e que o Projeto Ficha Limpa, já não está tão limpo assim!!! , pois só valerá pra quem já foi condenado, e quem têm inúmeros processos tramitando, ou engavetados ??? devido o cargo que ocupa e as influências dos mesmos?! e como tudo no Brasil acaba em Pizza... Viva o Dia da Pizza!!!" Joaquim Jr.
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
CASA DO CORDEL
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O poeta popular, cordelista, escritor e compositor Erivaldo Leite de Lima, o Abaeté, de 49 anos, era menino na cidade pernambucana de Sertânia, região do moxotó, e já gostava de literatura de cordel. Ele ia sempre à feira, perto de casa, para comprar os livretos e admirar os cantadores.
De leitor e colecionador, logo passou a escritor. Hoje, é também uma das pessoas que mais ajudam a difundir esse tipo de literatura. Há pouco mais de um ano e meio, Abaeté abriu na Cidade Alta, à rua Vigário Bartolomeu, a Casa do Cordel, onde - segundo ele - está o maior acervo de cordeis do Brasil. “São mais de cinco mil títulos”, diz. A Casa vende também belíssimas xilogravuras na imburana e impressas em papel..Boa parte é feita pelo filho de Abaeté, Erick Lima, de 22 anos, mestre nesse ofício. “Ele aprendeu sozinho, da necessidade que a gente tinha de botar as capas nos cordeis, porque cordel sem capa de xilogravura não é cordel”, diz Abaeté, que põe o menino entre os grandes xilogravuristas do Brasil. Além do material exposto, do espaço ainda saem cordel e xilogravura por encomenda, ao gosto do cliente. Pode ser uma imagem qualquer ou o retrato da família. Uma vez por mês, o local vira um ateliê onde as pessoas vão para aprender xilogravura. Ah, e se quiser ir qualquer dia só para conversar e saber mais sobre cultura popular e cordel, a porta está sempre aberta. Para Abaeté, é um enorme prazer.
A Casa do Cordel fica
na rua Vigário Bartolomeu, 578 - Cidade Alta.
Tel. 8836 5476.
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Joaquim Tur
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PARABÉNS!!! LÚCIA HELENA - POETISA DOS VERDES CANAVIAIS
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"Parabéns!!! A poetisa, escritora, imortal e blogueira Lúcia Helena, a conheço pouco,é certo, fomos apresentados por minha madrinha e Amiga/Irmã como ela mesmo fala, Anna Maria Cascudo Barreto, mas é o suficiente para conhecer uma pessoa do BEM, simpática, comunicativa e sempre atual, com seu blog PALAVRAS E IMAGENS, sempre registrando o que há de melhor, em Cultura, Diversão e Arte, vai aos poucos conquistando a todos nós, Saúde e Paz!!!" Joaquim Jr.
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quinta-feira, 8 de julho de 2010
Cyberbullying: a violência virtual
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Há exatos 05 anos escrevI artigo publicado em diversos sites e revistas, sobre Bullying e já alertavamos sobre o Cyberbullyng, outro tipo perverso de agredir, caluniar e defamar estudantes e professores das diversas instituições de ensino, sendo mais visto nas escolas particulares, devido a situação financeira facilitar o uso de net e notebooks, levando este tipo de violência para fora do domínio escolar, que a rede mundial permiti, na REVISTA NOVA ESCOLA, trás em sua capa deste mês, mais um ALERTA, segue abaixo parte dessa matéria, para que possamos tomar conhecimento e que não sejamos omisso, nessa nova modalidade de mágular a imagem de alguém ou seja até mesmo nossa ou de nossos filhos, fiquemos atentos!!! " Joaquim Jr.
Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender.
Todo mundo que convive com crianças e jovens sabe como eles são capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas mínimas "imperfeições" - e não perdoam nada. Na escola, isso é bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais e físicas são muito mais frequentes do que o desejado. Esse comportamento não é novo, mas a maneira como pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando.
Há cerca de 15 anos, essas provocações passaram a ser vistas como uma forma de violência e ganharam nome: bullying (palavra do inglês que pode ser traduzida como "intimidar" ou "amedrontar"). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica. Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados de cyberbullying.
Aqui, no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo. Nesta reportagem, você vai entender os três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais cruel que o bullying tradicional.
- No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da escola. Agora é o tempo todo.
- Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular - e muitas vezes se expõem mais do que devem. - A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor(es), o que aumenta a sensação de impotência. Raissa*, 13 anos, conta que colegas de classe criaram uma comunidade no Orkut (rede social criada para compartilhar gostos e experiências com outras pessoas) em que comparam fotos suas com as de mulheres feias. Tudo por causa de seu corte de cabelo. "Eu me senti horrorosa e rezei para que meu cabelo crescesse depressa." Esse exemplo mostra como a tecnologia permite que a agressão se repita indefinidamente (veja as ilustrações ao longo da reportagem).
A mensagem maldosa pode ser encaminhada por e-mail para várias pessoas ao mesmo tempo e uma foto publicada na internet acaba sendo vista por dezenas ou centenas de pessoas, algumas das quais nem conhecem a vítima. "O grupo de agressores passa a ter muito mais poder com essa ampliação do público", destaca Aramis Lopes, especialista em bullying e cyberbullying e presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ele chama a atenção para o fato de que há sempre três personagens fundamentais nesse tipo de violência: o agressor, a vítima e a plateia.
Além disso, de acordo com Cléo Fante, especialista em violência escolar, muitos efeitos são semelhantes para quem ataca e é atacado: déficit de atenção, falta de concentração e desmotivação para os estudos (leia mais na próxima página).
Esse tormento permanente que a internet provoca faz com que a criança ou o adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugar algum, em momento algum. Na comparação com o bullying tradicional, bastava sair da escola e estar com os amigos de verdade para se sentir seguro. Agora, com sua intimidade invadida, todos podem ver os xingamentos e não existe fim de semana ou férias. "O espaço do medo é ilimitado", diz Maria Tereza Maldonado, psicoterapeuta e autora de A Face Oculta, que discute as implicações desse tipo de violência.
Pesquisa feita este ano pela organização não governamental Plan com 5 mil estudantes brasileiros de 10 a 14 anos aponta que 17% já foram vítimas de cyberbullying no mínimo uma vez. Desses, 13% foram insultados pelo celular e os 87% restantes por textos e imagens enviados por e-mail ou via sites de relacionamento.
*Fonte: www.novaescola.com.br
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Joaquim Tur
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