quinta-feira, 21 de abril de 2011

JOAQUIMTUR DESEJA A TODOS(AS) AMIGOS(AS) UMA SEMANA REALMENTE SANTA E UMA FELIZ PÁSCOA!!!

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Sonhos não Morrem, apenas adormecem na alma da gente,
QUE JESUS CRISTO RESSUSCITADO
POSSA REALMENTE ATUAR E NOSSAS VIDAS,
FELIZ PÁSCOA!!!
Joaquim Jr.

MAIS VOCÊ EM ACARI/RN

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O Mais Você desta quinta-feira, dia 21 de abril, apresentou o quadro ‘Tem visita’. A repórter Nádia Bochi esteve em Acari, no Rio Grande do Norte, e mostrou todas as belezas do lugar que é considerado o mais limpo do país. “É um lugar diferente e pode ser uma boa indicação para a sua próxima viagem”, anunciou Ana Maria Braga.


Em termos climáticos, a cidade também é uma das mais secas do país, como ressaltou a apresentadora: “O destino de hoje é a cidade de Acari, que fica no sertão do Rio Grande do Norte. A região fica a duas horas de Natal e, embora tenha um açude lindo, é um dos lugares mais secos do Brasil”. Em seguida, Ana Maria Braga comentou a limpeza do lugar: “A cidadezinha, de 11 mil habitantes, tem também o orgulho de ser uma das mais limpas do país. Dizem que a limpeza é obrigatória desde o tempo do Império e da Velha República”, destacou ao chamar a reportagem de Nádia Bochi.


Na reportagem, Nádia mostrou o percurso percorrido até chegar à cidade. Ela conversou com os moradores, que contaram os costumes de Acari. A repórter visitou um estabelecimento comercial especializado em camarão. Lá, pode-se encontrar linguiça e almôndegas do fruto do mar.

Durante visita de Nádia, muitas pessoas procuraram a repórter para contar suas habilidades, e também curiosidades sobre a história do lugar. A moradora Terezinha Alves mostrou sua vasta produção de artesanato. “Eu bordei o Louro José para mandar para a Ana Maria Braga”, contou.


A repórter também esteve na casa para conversar pessoalmente com Ana Maria Braga sobre a experiência no sertão nordestino. Ela presenteou o Louro José com um chapéu de cangaceiro, mandado pelos moradores de Acari. A repórter também entregou os presentes que foram mandados para a apresentadora. Ana Maria agradeceu ao carinho do povo de Acari.


“A gente não podia imaginar que no Brasil existia um lugar assim”, ressaltou Nádia. “Foi uma aventura. Para subir a serra, precisamos contar com a ajuda de alguém. Um jumento foi o nosso companheiro”, revelou. “Com esse ‘tem visita’ a gente tenta fazer um tipo de turismo diferente, a gente visita lugares que não seriam o comum das pessoas visitarem’, observou Ana Maria Braga, se referindo ao objetivo do quadro.


A repórter mostrou que foi guiada pela moradora Angelina. Ela levou a equipe de produção do Mais Você para o alto da serra, onde todos tiveram a oportunidade de beber e se banhar com a água de uma nascente. “Todo mundo que a gente encontra passa alegria para a gente”, contou Nádia, destacando a hospitalidade do casal Maria do Céu e José Felipe, que a acolheu em Acari.


“É um turismo muito mais barato do que o tradicional, e você vai conhecer coisas que quase ninguém conhece”, relatou a repórter. Ela também contou que a cidade possui pousadas aconchegantes para hospedar os visitantes.


Curiosidades sobre Acari:

É considerada a cidade mais limpa do Brasil e abriga um importante acervo religioso do século XVIII. A Igreja de Nossa Senhora do Rosário e o Museu Histórico de Acari, por exemplo, foram tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1964. Esta cidade ainda oferece belas paisagens e uma natureza privilegiada. A Serra do Bico da Arara abriga anualmente em suas grutas, de março a setembro, milhares de andorinhões, aves migratórias cuja origem ainda é desconhecida. O Açude Gargalheiras, com 40 milhões de metros cúbicos d'água, entre rochas e serras, é um espetáculo de rara beleza rústica.


Outros pontos turísticos, como as serras do Pai Pedro e da Lagoa Seca, também fazem parte do roteiro, assim como as formações rochosas naturais que brincam com a imaginação do visitante, como as pedras da Santa, do Avião e do Sapateiro. No Poço do Arthur, são encontradas inscrições rupestres datadas de dez mil anos. Cercada de montanhas e rochedos, Acari é uma das cidades mais antigas do Seridó. Em 1835, desmembrou-se de Caicó e passou a município. Tem 11.182 habitantes. Antiga aldeia dos índios cariris, seu nome tem origem em um tipo de peixe com escamas ásperas e deliciosa carne branca, comum no rio Acauã, que banha parte da região.

Acesse aqui:

http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL1659865-10345,00-TEM+VISITA+MAIS+VOCE+CONHECEU+UMA+DAS+CIDADES+MAIS+LIMPAS+DO+BRASIL.html

I MOSTRA DO PROJETO ARTESANATO E NEGÓCIO

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JOAQUIMTUR E MAIS UM BOLETIM DA CASA DO BEM (ESPECIAL PÁSCOA)

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Realizamos mais Páscoas do Bem, uma na própria Casa do Bem com apoio da Kia (Arnon), Premium Concursos, Rotary Club Natal Tirol (Clarissa Medeiros e o resto da turma), Ana Tânia e vários outros que doaram. Foi maravilhoso com apresentação dos palhaços Gordurinha e Glicose e distribuição de ovos e lanches. Grato a Arnon e a turma da Premium, além dos outros doadores, como o leite Vale Dourado também, através da amiga jornalista Simone Farret.
- A outra Páscoa do BEM vai ser através da ASCIJA - Associação dos Lojistas do Shopping Cidade Jardim, a garotada vai curtir lanche no Pittsburg, diversão e conhecer o shopping. A parceria com a ASCIJA está apenas começando e outras ações vão acontecer. Grato a todos da associação.
- A Braseco doou os ternos para o início da Escolinha de Futebol da Casa do Bem na Vila de Ponta Negra. Em breve as atividades começam. Grato a Henrique Muniz pela doação do BEM. Ainda na área de futebol recebemos doação de alimentos do ABC via projeto ABC Solidário. O presidente Rubens entregou os alimentos para Flávio Rezende, Gabriel e Júnior.
Grato a Emmily e a todos os torcedores do ABC que doaram os alimentos.
Ainda na área de alimentos agradecemos a Angela Dieb e Flávio Quadrado/esposa pela doação de cestas básicas para Casa do Bem.
- O Grupo de Apoio à Criança com Câncer, através da amiga Nath, levou um grupo de jovens do projeto Surfistas do Bem para uma tarde de lazer no Nacional Center Park.
- O produtor cultural Jorge Elali continua nos ajudando com doação de ingressos. O último foi para uma peça no Teatro Riachuelo, onde levamos 20 pessoas da Casa do Bem para o espetáculo "Hermanoteu na Terra de Godá".
Grato a Aninha Elali que sempre nos indica.
- Três jovens estrangeiras via Rotary Natal Tirol e Experimento Intercâmbio estão dando aulas de inglês e francês na Casa do Bem. Grato a elas.

De coração agradecemos a todos que nos ajudam e que dão forças diversas, espalhem nossos Boletins do Bem, em breve teremos as fotos da ação no Shopping Cidade Jardim e mais e mais atividades do BEM. Amamos o que fazemos, precisamos divulgar para ter novos apoios, por isso divulgamos sempre.

www.casadobem.org.br
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terça-feira, 19 de abril de 2011

EDGARD DE CARVALHO EM NATAL - 20 DE ABRIL

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DIA DO ÍNDIO - POTIGUARAS - UMA PEQUENA HOMENAGEM AOS NOSSOS PRIMEIROS HABITANTES DO RN.

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Os potiguaras ("comedores de caramão", de pety, "camarão" e guara, "comedor") são um grupo indígena que habitavan o litoral do estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, quando os portugueses e outros povos europeus chegaram ao Brasil.

Nos dias atuais estes habitam o norte do estado brasileiro da Paraíba, junto aos limites dos municípios de Rio Tinto, Baía da Traição e MarcaçãoTerra Indígena Potiguara, Terra Indígena Jacaré de São Domingos e Terra Indígena Potiguara de Monte-Mor) e no Ceará, nos municípios de Crateús (na Terra Indígena Monte Nebo); Monsenhor Tabosa e Tamboril (Terra Indígena Potigatapuia (Mundo Novo e Viração ou Serra das Matas). Falam o potiguara, um idioma da família tupi-guarani. Vários descendentes da tribo dos potiguares adotaram, ao serem submetidos ao batismo cristão, o sobrenome Camarão, sendo o mais famoso deles o combatente Felipe Camarão. (na

Distribuição

Atualmente, são o único povo indígena oficialmente reconhecido no estado da Paraíba. Sua população gira em torno de 13.547 pessoas, sendo uma das maiores do Brasil e a maior do Nordeste etnográfico - estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e a parte setentrional da Bahia. Estão distribuídos em 37 localidades sendo que 29 delas são consideradas aldeias, além da forte presença nas áreas urbanas dos municípios de Baía da Traição, Marcação e Rio Tinto. Processos migratórios também levaram contingentes significativos dos Potiguara a habitarem cidades como Mamanguape, João Pessoa, Rio de Janeiro e Cabedelo, Bayeux e Santa Rita, na Paraíba, e Canguaretama, Baía Formosa e Vila Flor, no Rio Grande do Norte.

distribuição dos grupos de língua tupi na costa, no séc. XVI.

Organização

Em termos organizativos, a distribuição do poder de decisão e de representação se dá a partir dos grupos de famílias extensas, que geralmente estão alocadas em aldeias próximas umas às outras. Cada aldeia possui um cacique ou representante que media as relações da comunidade com os órgãos oficiais (FUNAI, FUNASA, prefeituras etc.) e comerciais (usinas, guias de turismo, criadores de camarão etc.) e resolve pequenos problemas da localidade. Além desses representantes locais, existe um cacique-geral, que representa o grupo em seu todo, principalmente perante os órgãos oficiais e a Justiça. Esses cargos são resultado das adaptações realizadas historicamente nas formas de representação política do grupo étnico desde o século XIX.

Neste contexto, os povoados que são considerados aldeias são aqueles que possuem um líder ou representante, geralmente chamado de cacique, não importando necessariamente a quantidade de pessoas que neles habitem.

Aldeias

As aldeias potiguaras são: Galego, Forte, Lagoa do Mato, Cumaru, São Francisco, Vila São Miguel, Laranjeiras, Santa Rita, Tracoeira, Bento, Silva, Borel, Acajutibiró, Jaraguá, Silva de Belém, Vila Monte-Mor, Jacaré de São Domingos, Jacaré de César, Carneira, Estiva Velha, Lagoa Grande, Grupiúna, Grupiúna de Cima, Brejinho, Tramataia, Camurupim, Caieira, Nova Brasília e Três Rios.

Etnia indígenas mais populosas no Leste-Nordeste.

Além dessas aldeias existe em torno de uma dezena de outros povoados que não possuem representante oficialmente reconhecido e são representados pelo líder da aldeia mais próxima, tais como: Sarrambi, Taiepe, Bemfica, Vau, Gameleira, Engole Vivo e Mata Escura. Monte-Mor e Três Rios passaram a ser consideradas como aldeias há pouco tempo: Monte-Mor quando passou a contar com um representante, saindo da esfera da aldeia Jaraguá, já Três Rios, depois que os índios da zona urbana de Marcação retomaram uma faixa de terras ocupadas por canaviais e refundaram o antigo povoado que havia existido no local. Os índios que moram na Baía da Traição, porém, geralmente recorrem aos representantes das aldeias Forte, São Miguel e Acajutibiró pela proximidade destas com o centro da cidade, quando não, diretamente ao Posto Indígena da FUNAI, localizado no Forte.

As terras indígenas ocupam um espaço de 33.757 ha. distribuídos em três áreas contíguas, nos municípios de Baía da Traição, Rio Tinto e Marcação. A Terra Indígena (TI) Potiguara situa-se nos três municípios anteriormente referidos e possui 21.238 ha. Foi demarcada em 1983 e homologada em 1991. A TI Jacaré de São Domingos tem 5.032 ha. nos municípios de Marcação e Rio Tinto, cuja homologação se deu em 1993. Por fim, a TI Potiguara de Monte-Mor, com 7.487 ha, em Marcação e Rio Tinto, está em processo de demarcação, em razão de conflitos com as usinas de cana e a Companhia de Tecidos Rio Tinto.

Religião

Muitos potiguaras são cristãos - católicos, batistas, betéis, fiéis da Assembléia de Deus, da Igreja Universal do Reino de Deus, Brasil para Cristo, dentre outras – ou optam por práticas espirituaismacumba, ao catimbó e à jurema. que veneram entidades e realizam rituais ligados a

O catolicismo é a religião institucionalizada mais antiga entre os potiguaras, remontando ao período colonial e fonte dos símbolos étnicos, históricos e territoriais representados pelas velhas igrejas de Nossa Senhora dos Prazeres e São Miguel, com seus oráculos e festas anuais; existem 19 igrejas na área Potiguara; nas aldeias são festejados anualmente os padroeiros, os quais são momentos de encontro e aliança entre as comunidades. Nos últimos anos tem crescido a atuação de missionários católicos ligados ao Movimento Carismático, o que tem modificado as feições tradicionais do catolicismo Potiguara. As chamadas igrejas evangélicas, ou de crentes, estão presentes na área desde a década de 1960,[1] sendo as mais atuantes a Betel (03 templos), a Batista (Gênese - 01 templo e Histórica - 02 templos), a Assembléia de Deus (09 templos), Brasil para Cristo (01 templo) e as Testemunhas de Jeová. Várias aldeias dispõem de templos para a realização dos cultos e é constante a movimentação de pastores nas terras indígenas. Os umbandistas e juremeiros são alvo de muitos estigmas, sendo acusados de feitiçaria e classificados como catimbó. Sua presença e atuação são discretas, embora existam alguns terreiros e oficiantes publicamente conhecidos residindo nas aldeias; até o ano de 2008 existiam cerca de 10 locais de tais práticas espiritualistas. Em Vila Monte-Mor há um centro espírita kardecista dirigido por um casal formado por uma índia e um não-índio.[carece de fontes?]

Em interação com este universo multifacetado, mas invisibilizados, existem inúmeros rezadores e rezadeiras que curam males físicos e espirituais e se vinculam às práticas mais tradicionais do catolicismo. É com discrição que a maioria dos índios menciona o contato com aqueles que consideram como os espíritos dos antepassados durante o Toré e outros. Contudo, afirmam que este tipo de contato é real e que seus antepassados ainda hoje estão presentes nas matas e furnas da região. Que os matos, mangues e as águas são habitados por entidades que lhes protegem e que os caboclos velhos tinham a faculdade de conversar com esses seres.

O tratamento com plantas medicinais e o recurso aos poderes sobrenaturais das entidades da natureza e aos antepassados fazem parte das formas de construção da etnicidade, garantindo a especificidade cultural do grupo. No entanto, nem todos os índios assumem tais práticas como legítimas devido a fatores como a conversão religiosa – em que os conceitos de saúde, doença e cura são expressos geralmente através das interpretações oficiais das igrejas.

Referências
  1. Dados de José Glebson Vieira em "A Im(pureza do sangue e o perigo da mistura: uma etnografia do grupo indígena Potyguara da Paraíba - dissertação de mestrado em Antropologia Social, UFPR, 2001

Ligações externas

*http://pt.wikipedia.org/wiki/Potiguaras

domingo, 17 de abril de 2011

FAÇA A SUA ESCOLHA!!! VIVER OU JUNTAR DINHEIRO???

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Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa,
descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha
conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis,

comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer.
E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser Feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"

Que tal um cafezinho?
(MAX GEHRINGER)